Como criar login no ITRA para UTMB

Muitas pessoas com dúvida, muitas questionando, então os ajudarei.

Você quer se inscrever na UTMB e não sabe unir perfis? Bora lá!

Entre nesse link

http://www.itra.run/myspace/

Tem dificuldade com francês? Tem uma bandeirinha ali no cantinho para modificar ao inglês.

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Preeencha!

No username escreva seu email cadastrado!

Após clique em Linkages e A runner Space

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Abrirá uma página de consulta de seu nome, e todas as versões criadas pelos organizadores de prova, como alguns tem nomes intermediários, são gerados diversos resultados. Você fará um check naqueles que você identifica como seu. Se não encontrou todos, procure! É importante unir todos que você identifica como seu!

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Após isso, você fará a coisa mais importante, você dirá que você é você. É como comprar ações pela internet, aquela foto básica de uma identidade sua, onde seu nome e sua foto apareça de forma clara e legível.

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Pronto gente, agora aguarde a validação.

Não esqueça também de se registrar no UTMB! Neste link:

http://utmbmontblanc.com/en/page/135/Espace_coureur.html

Preencha e realize o link com o ITRA

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Boa sorte!

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Eu detesto correr


Sim, eu detesto correr, na realidade eu nem sei como comecei a correr. Mas o que eram 20 minutos em volta da praça, tornaram-se 5k, 10k, 21k, 42k, 50k, 80k, 100k! Serio?

Também não sei a razão de ter 10 pares de tênis. Todo dia, escolho um diferente, talvez o que cheire menos, e saio para correr, é aquele prazer como ter que arrumar a cama. Eu saio para correr e acho tudo um saco, odeio homens buzinando e gritando frases obscenas. Até alguns minutos de corrida, não entendo porque depois dos 30 minutos parece que algo mágico acontece. Começo até a brincar com os cachorros que me perseguem pelas ruas latindo como se fossem arrancar minha panturrilha fora.

A corrida é cansativa. Às vezes corremos 20 horas sem parar, e então ficamos cansados só depois. Nos dias seguintes você nem se move, tem dificuldades de se sentar ou se erguer, parece que envelheceu uns 40 anos. Talvez a coisa mais doente seja, você corre, sofre, se martiriza e depois de uma semana, quer tudo de novo. O pior é quando você se inscreve para uma corrida de 100 quilômetros e perde os últimos 6 meses da sua vida se preparando para aquilo. Você treina todos os dias, acaba com sua vida social, só para conseguir fazer a maior distância total em um único dia, então você cruza a linha de chegada…você escuta parabéns pelos 100km! E só consegue pensar num: foda-se! Eu treinei pelo menos uns 1000km! E a única coisa que você quer é comer e beber até a sua morte.

O que mais eu odeio em correr é aquela reviravolta digestiva que me gera. Meu deus, cadê os banheiros pelo caminho? A barriga começa a te dar os sinais de advertência, a probabilidade é de 50% em você encontrar um local privado. Mas você perde mais tempo durante o treino pensando em encontrar um local, e no fim, a vontade passa e seu treino acabou, era só para torturar mesmo.

De qualquer maneira, se alguém da minha família que acha tudo isso muito doentio, perguntar da razão de gostar tanto de correr, eu vou encontrar algum motivo muito plausível. O que é uma piada, uma vez que não existem motivos plausíveis para realizarmos essa coisa toda. Juro que minha vontade era de carregar um molho bolonhesa no meu reservatório. Mas devemos pensar no peso, e nos sobra aquelas gororobas de gel e balinhas que só de sentir o cheio você já gorfa.

Acho que correr é tipo aquela música da Anitta, que você conhece de cor por tocar tanto na rádio, e detesta sob todas as formas, mas dança enlouquecidamente em uma festa, divertindo-se inclusive.

Daí a gente conclui que tudo cheira mal mesmo, por mais que eu lave, continuando a procrastinar minha corrida até o último minuto possível e me culpando absurdamente caso eu não vá correr, e me questionando “por que continuo fazendo isso”!? E desejando que acabe antes mesmo de começar…definitivamente eu detesto correr, mas eu não consigo ficar sem.

10 Regras Básicas para ser um Aventureiro

Resolvi fazer uma lista de elementos básicos para ser um aventureiro, às vezes nem prestamos atenção, mas então uma lista de dicas que eu acredito ser conveniente.

a) permanecer vivo e b) não irritar seus amigos.

  1. Faça suas prioridades em ordem, em qualquer aventura.

-Não morra

-Divirta-se

-Atinja o objetivo

Antes de sua tentativa no K2 em 1995, o escalador americano Rob Slater disse à revista de escalada: “Cume ou morte, de qualquer maneira eu venço”. Ele foi ao cume, mas morreu na descida com cinco outros alpinistas quando as condições climáticas mudaram abruptamente.

É impressionante como não damos atenção ao essencial, até que uma situação improvável aconteça. Neste ano resolvi alongar meu treinamento e entrar em uma área de geração de energia, uma área privada, isolada, sem circulação de pessoas, sem sinal e sem eu ao menos avisar a qualquer pessoa que eu iria até lá. Obviamente, eu caí e bati de fuça em um tubo de ferro fundido suspenso dentro de um vale encaixado, até pensei ninguém nunca mais irá me encontrar aqui. Por sorte, fiquei apenas com um hematoma no rosto. A partir dali passei a dar mais importância para minha segurança pessoal.

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  1. Não se atrase

Cheguei atrasada 10 minutos em uma reunião quando eu morava na Dinamarca e meu orientador disse: ok, é ela sul-americana. Depois daquilo eu nunca mais me atrasei. Foi uma imagem bastante negativa que senti diante do que somos no resto do mundo, portanto, atualmente, eu sou muito mais comprometida com horário, independente da situação, pois não madrugamos à toa. É importante já deixar todas suas coisas preparadas na noite anterior se você sabe que tem problemas com o despertador. Quero dizer, você gosta de esperar? Ninguém gosta.

  1. Evite apenas esperar que alguém o encontre

Se você não conhece a história de Aron Ralston, aqui está a versão curta: ele saiu sozinho, prendeu seu braço atrás de uma rocha, passou 127 horas tentando descobrir o que fazer e depois cortou o braço com um canivete. Todos nós conseguimos aprender ao menos uma coisa dessa história de sobrevivência: sempre conte ao menos uma pessoa para onde você está indo e o que fazer se não voltar no tempo.

  1. Evite passar a noite na rua congelando

Tenho um saco estanque de coisas pequenas que eu uso sempre que eu vou a qualquer lugar, caminhadas, corridas, seja o que for. Ele conta com uma lanterna, pilhas extras, cobertor de emergência, primeiros socorros e pastilhas de cloro. Um amigo me citou uma vez que o melhor lugar para guardarmos as pilhas extras são sempre em uma segunda lanterna, até por probabilidade da primeira estragar, portanto dependendo da aventura, a segunda lanterna vem também.

  1. Evite se perder

Antes de qualquer aventura, estude a área. Decore trilhas alternativas, porque elas também serão importantes, foi-me de valia em uma situação.

Quando aprendi cartografia na escola de Engenharia, aprendemos a desenhar a mão, hoje os Engenheiros já entram lidando com softwares, e mesmo apesar de tanta tecnologia e mapas online, sempre é bom ter ainda o velho mapa a mão. Eu e Xandão fomos explorar uma nova trilha e quando o wikiloc morreu, tínhamos um mapa de papel conosco, foi o que continuou nos guiando. Falando em wikiloc, eles estão até agregados aos novos relógios, o último que comprei vem com aplicativo dentro e ele da ainda alertas se saio da rota, é algo incrível. Quanto tempo desperdiçado desenhando a mão!!

De qualquer maneira, se você depender de celular, ou tecnologias a base de bateria, leve a bateria extra, senão leve o papel mesmo. E entenda para onde você irá.

Outra situação que ocorreu ao me perder foi que vi o desespero de uma colega e da maneira que via ela entrando em pânico, comecei a entrar em pânico junto. Até voltar a raciocinar e estabelecer nova estratégia levou tempo, mas eu imaginei que uma trilha alternativa talvez desse certo. Felizmente deu.

  1. Evite não ser MacGuyver

Nós adoramos dizer que a fita adesiva corrige tudo, o que é quase verdade. A fita não conserta tudo, mas funciona bem para a maioria das coisas. Mas você também pode agregar outras coisas, dependendo do seu esporte / situação.

Você não precisa transportar uma caixa de ferramentas em todos os lugares em que você vá, mas algumas coisas podem salvar seu dia.

-Fita adesiva/Esparadrapo/Silver Tape (obviamente)

-Canivete

-Agulha e fio (se você ficar num bom hotel, pegue o kit de costura)

-Ferramentas de valia pessoal, tenho um amigo que gosta de descascar frutas com uma faca de punho, outra não sai sem o spray de pimenta…

  1. Evite Raios

Este pode parecer bastante óbvio, mas acredito que a maioria tem uma história sobre o assunto. O que você deveria fazer? Pegue algum lugar onde você não seja o mais alto. Ou seja, que não esteja no topo da montanha. Vá para a altitude mais baixa, na cobertura da árvore. Se você não conseguir, seu último recurso é ficar longe de qualquer metal que você esteja carregando, soltar sua mochila, subir em sua mochila (assim seus pés não estão em contato com o chão) e então agache e abrace seus joelhos. Você provavelmente não vai se sentir seguro, mas é o melhor que você pode fazer – por isso é chamado de “último recurso”.

  1. Não estrague suas amizades

Em geral, não crie drama entre seu grupo de amigos. Às vezes, as pessoas têm objetivos diferentes e isso pode produzir fricção. Se você pode evitar ser um idiota com seus amigos e parceiros de aventura durante a duração da sua aventura, você pode ficar com os amigos. Se o seu amigo não tiver esse foco, não sacrifique a amizade por algum objetivo inventado. Amanhã você poderá se arrepender.

  1. Aceite as falhas

O fato é que, se você gasta tempo suficiente tentando fazer coisas ao ar livre, você irá falhar às vezes. Você poderá ter que abandonar seu treino devido a condições climáticas, ou imprevistos. Acontece, com todos. Evite se expor sem necessidade.

  1. Cuidado com animais

Evite chegar perto de animais peçonhentos, quando há calor eles saem. Carregue antialérgicos, ou no caso do La Mision há necessidade de carregarmos adrenalina por razão de uma abelha. Proteja-se. Na dúvida, em trilhas mais fechadas, utilize o bastão tateando previamente para verificar a presença de cobras e aranhas.

 

Eu até pareço prudente escrevendo tudo isso, mas não sou, a gente só aprende sendo teimoso mesmo.

 

Inspirado e modificado de Semi-Rad.com

E vamos para Lavaredo 2018!

 

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Com muita gratificação, recebi o convite para retornar para a Lavaredo Ultra Trail (LUT) em 2018! Convite veio do Diretor Geral, que me cedeu a inscrição para talvez eu poder ter uma nova chance! As provas nem sempre são perfeitas, mas quantos de nós temos a chance de um convite desses? Então, a decisão foi aceitar, com certeza.

Aos que não sabem do histórico, parei em uma ambulância com forte dor no ventre no quilômetro 45 e fui retirada da prova por um errôneo diagnóstico, que talvez tenha sido, de certa forma, a melhor solução; sempre é! Importante é acreditar nas decisões do destino.

Tudo bem, temos que aceitar que às vezes o mal ocorre para o bem. Talvez não fosse o momento para aquela prova, uma vez que meu sonho primordial era outro, o qual consegui concluir até com certa dificuldade. Muita coisa se envolveu naquele tempo, e o psicológico exigiu muito treinamento. O que não te mata, te fortalece. Com certeza encerrei esse ciclo mais forte do que nunca!

Tenho uma amiga que retornará também para CCC, pois ficou com mesmo sentimento engasgado que eu fiquei da LUT. Às vezes não é a hora, mas acredite que quando ela chega, vem melhor do que antes! E nem sempre podemos abraçar o mundo…escolhas são primordiais.

Agora com essa nova oportunidade eu retorno às Dolomitas Italianas para ter o contato com parte da minha história, novamente.

(E talvez também role cobertura da prova, então fique ligado nos próximos capítulos que muita história virá para este 2018!)

 

Um breve resumo da Lavaredo Ultra Trail:

Prova de 120km pelas Dolomitas Italianas com desnível positivo de D+5800m e tempo limite de 30 horas para se concluir. É uma das mais famosas corridas do Circuito Mundial de Ultra Trail.

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Larga do centro de Cortina d’Ampezzo, localizada na província de Belluno na Itália. A mesma reúne grandes atletas concorrentes ao circuito. Uma cidade de beleza ímpar, localiza-se em meio a um vale encaixado, é muito parecida com Chamonix! A vantagem é que você cruza muito mais com os top elites por lá.

A prova passa por parques nacionais e pontos famosos das dolomitas como Cinque Torri, Cristallo, Tofane e a mais famosa Tre Cime de Lavaredo.

LUT também já destacou nossas duas bests atletas Manu Vilaseca e Fernandinha Maciel no pódio geral! ❤

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Gostou? As inscrições foram finalizadas para os 120km, mas ainda tem para os 48km! Confira o site oficial: https://www.ultratrail.it/en/

Encerrando Temporada, novos desafios 2018.

Próxima semana, encerro uma temporada árdua que teve início não sei quando, com algumas vitórias, alguns problemas, porque todos somos humanos. Lembro-me de iniciar com meu treinador em agosto do ano passado, onde montamos uma base, e em setembro faria minha primeira prova pós-reset.

Desafio das Serras foi a prova inicial, onde conclui dentro do esperado, de lá para cá perdi 8% de gordura, melhorei performance, passei por muitas provas, como Costa Esmeralda, 48K Summer, Maratona do Vinho, e então a primeira prova fora do país: a Advanced TransGranCanaria com 83K, que conclui com 15h. Seria a primeira de muitas felicidades que meu treinador me fez ter.

Retornei, e mesmo ele me questionando descanso, continuei com Cânions 46K, Indomit Pedra do Baú. E a hiperatividade não parava. Então, tinha a Lavaredo 120K, onde ocorreu a primeira baixa. Infelizmente tive uma infecção no colo do útero, que só consegui diagnosticar quando retornei ao Brasil. O mesmo foi causado por uma baixa na imunidade, talvez pelo exagero frenético. Portanto, sim, é importante nosso descanso entre temporadas. Mesmo assim, continuei meus treinamentos, pois vinha o maior dos meus desafios.

Em agosto, então, encaminhei-me para a CCC prova secundária da UTMB com 101km e 6100m de desnível positivo. Até o km56 eu estava muito bem obrigada, meu tempo era ótimo, bem classificada, foi quando peguei muito frio, chuva e senti que tudo estava explodindo dentro de mim, foi um envolvimento tanto de corpo quanto de mente. É aí que nossa cabeça entra. Ela pode te derrubar por completo se você não souber o que realmente quer ou busca. Conversando com uma italiana sentada perto de mim, perguntei-lhe se podia a acompanhar, Conversar é comigo né, fomos juntas, e soubemos nos administrar, contando várias histórias. Conclui a CCC, não dentro do esperado, mas conclui. Então, não parei, ainda. Semana que vem realizo a última prova da temporada. Vou a Indomit Costa Esmeralda ainda com dúvidas para qual distância largar, já que o compromisso é de me divertir. Pois, no fim, esquecemos que corremos para isso.

A intenção é só retornar em 2018. Sim! Meu descanso chegou!!! É bom também fazermos festas, assumir nosso compromisso social, curtir a família, tudo sem exageros. Irei dar uma passeada com caminhadas e travessias pelo Sul do país, quem quiser vir, está convidado, agora é o momento! Ano novo montarei uma sequência de treinos pelos cânions no RS.

Contudo, imagina que eu já não estaria me inscrevendo para o primeiro desafio? Fevereiro 2018 La Mision em San Martin de los Andes.

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La Mision foi a minha primeira ultra “wild” da vida. Fiz 80km em 2015, e atingi o 2º lugar geral dessa prova. Então imagina, estarei agarrando com tudo essa nova oportunidade!

Estou muito feliz pelo ano que passou, e pelo crescimento que adquiri, que 2018 venha com mais bagagem ainda!!!!

Review Julbo Aerolite

Julbo Aerolite
A Julbo produz óculos há mais de um século. Costumam ser mais conhecidos nos círculos de montanhismo, mas estão ganhando destaque entre os trailrunners.


Como a versão do popular modelo Aero, o Aerolite é menor sendo projetado para mulheres, e qualquer corredor com um rosto menor. Ambos possuem as mesmas funções, dos quais foram projetados para maximizar o fluxo de ar e minimizar a nebulização, com uma peça de nariz altamente ajustável, fixa os óculos aos movimentos de corrida evitando que o mesmo se locomova ou caia.

O Aerolite vem em duas opções de lentes, a lente Spectron 3 (categoria 3) ou a lente fotocromática Zebra Light (categorias 1 a 3). Enquanto a lente Spectron 3 é uma lente mais escura, mais protetora, adequada para uma variedade de condições brilhantes durante o dia, a lente fotocromática Zebra Light acomoda quase todas as condições de luz desde o início até o anoitecer.

As lentes fotocromáticas oferecida pela Julbo, funcionam perfeitamente na sombra, quando entramos em trilhas fechadas, como protegem da mesma maneira quando saímos para ambientes super brilhantes. São as lentes perfeitamente indicadas para o TrailRunning, uma vez que oferece essa gama de proteção luminosa. A própria especificação técnica do produto indica um tempo máximo de 18 segundos para variação completa da lente. Além disso, a lente Zebra tem uma tonalidade marrom que torna uma lente de alto contraste para acentuar o terreno para que você possa ler os obstáculos mais seguros enquanto se movem rapidamente.

Já quando estamos mais expostos, como em travessias, a lente Spectron também é super indicada.
Todas as lentes possuem um revestimento anti-nevoeiro (anti-fog) no interior da mesma, protegem 100% os olhos dos raios UV-A, B e C, pesam somente 22 gramas, possuem revestimento hidrofóbico, anti lama e chuva e possuem ajuste para lentes de prescrição médica.

Testei ambas lentes.

Spectron



Zebra Light Red


No caso do óculos Aero/Aerolite edição limitada UTMB as lentes são do tipo Zebra Light Red, que variam da categoria 1 a 3 e suportam qualquer temperatura.

Neste ano, a UTMB foi acometida de grande variação térmica, incluindo neve. Houveram muitas desistências por conta de problemas nos olhos de alguns atletas. Digo que a mim os óculos protegeram de maneira perfeita.

Todas as lentes de desempenho são completamente à prova de quebra e altamente resistentes a arranhões. O material usado em cada lente é o mesmo material usado em pára-brisa do helicóptero.

Não há dúvidas da qualidade que a marca francesa oferece.

Review Fenix 5X

Garmin Fenix 5X

O mais incorporado dos novos modelos Garmin, lançados neste ano de 2017, com a série 5, que inclui 3 modelos. O 5X ainda não está sendo comercializado no Brasil. Porém tem todos atributos do Fenix 5 e 5S, sua diferença é o acesso aos mapas TOPO U.S. próprio do Garmin, que podem ser facilmente carregados, para qualquer parte do mundo, inclusive para o Brasil.

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Ele é o maior e mais pesado dos 3 modelos, tendo 51mm, mesmo assim consegue ser mais leve que os modelos antecessores. É robusto, multi-esportes, disponível apenas com tela de safira.

Ele ainda traz as características dos antigos modelos, como Face It, que é a possibilidade de trocar o fundo de tela do relógio, como de outros modelos, e com o monitor cardíaco no pulso Elevate™².

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Foi incluída a possibilidade de troca de pulseira por encaixe chamada QuickFit™, ou seja, nada mais de pulseira arrebentada.

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O programa de configuração é super simples, especialmente se você já possui uma conta Garmin Connect. Baixe o aplicativo, conecte-se ao relógio via Bluetooth para instalação, ele irá perguntar quais esportes são seus favoritos, então você tem aqueles como seus favoritos na tela de dados do seu relógio. Você pode adicionar mais tarde outros, mas esta é uma maneira fácil de personalizar a sua experiência desde o início.

O acesso de dados de GPS no Fenix 5X é super rápida, uma vez que a antena e a caixa traseira é de aço inox, seu display também melhorou para 240 x 240 pixels, e também passou de 16 para 64 cores. A exibição do display também é reflexiva, o que significa que as condições de iluminação são mais brilhantes, mais fácil de ler, o oposto da maioria dos smartwatches.

Graças à mega bateria deste dispositivo é possível ter rastreamento de atividades durante o dia, e análise de sono à noite, tudo sem se preocupar com a falta de energia. Porém, é bom desliga-lo fora de uso, uma vez que consome mais que outros relógios, devido a alta funcionalidade, mesmo parado.

Mas o que eu mais gostei no relógio, foi o controle de músicas pelo pulso.

Uma vez que, conectado por bluetooth ao celular, você consegue comandar muitas atividades do seu celular através do Garmin, e o controle de músicas é uma delas.

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Para o ciclismo, há muitas opções – como usar o Strava Live Segments e conectar-se a sensores ANT + para cadência, energia e muito mais.

A orientação é realmente impressionante no Fenix 5X. Este, atualmente é o único relógio para oferecer mapas verdadeiros de pulso. Mapas coloridos aliás. Estes são incorporados, para que você possa alterar as telas de dados em uma corrida, e veja exatamente onde você está. Uma vez que os mapas são armazenados no relógio, isso é quase instantâneo e o detalhe é ótimo, é como um Maps de pulso. O sistema de Garmin conhece as ruas da cidade, bem como trilhas obscuras e riachos no meio do nada. Pode até ajudá-lo a encontrar pontos de interesse ao seu redor, como bancos e restaurantes. Além do back to start, fazendo o caminho reverso caso você se perca.

Contudo, o recurso de mapas não é perfeito. Panning e zoom em torno do mapa leva uma tonelada de diferentes botões para se pressionar e nos deixa desejando um touchscreen. Mas ainda assim, é um agregado incrível, e os mapas em cores são bem fáceis de ler.

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O relógio fēnix 5X dispõe também de recursos de treinamento sofisticados que ajudam a monitorar sua forma e seu desempenho. As leituras avançadas de status de treinamento e Training Effect mostram os benefícios aeróbicos e anaeróbicos do seu exercício – assim você pode ver como seus exercícios estão dando a resposta esperada. O estimador de VO2 máximo resume dados, incluindo velocidade de corrida, batimentos por minuto e variabilidade de frequência cardíaca, para estimar o volume máximo de oxigênio que você pode consumir por minuto. Outras métricas de condicionamento incluem ainda avisos de recuperação com temporizador e verificação de recuperação, além de um indicador de corrida que estima seu tempo de conclusão ideal com base em seu VO2 máximo atual.

Já nos recursos de treinamento que aproveitam as métricas fisiológicas estendidas e dinâmica de corrida avançada, estão incluídos:

  • Condição de desempenho: depois de correr por 6 a 20 minutos, o fēnix 5X compara sua condição em tempo real com seus níveis médios de condicionamento físico
  • Limiar de lactato: pela análise de seu ritmo e frequência cardíaca, o fēnix 5X estima o ponto em que seus músculos começam a fadigar mais rapidamente
  • Estimativa de VO2 máximo
  • Cadência – o número de passos por minuto
  • Comprimento do passo – mostra o comprimento do seu passo em tempo real

 

Outro fator é a rastreabilidade LiveTrack. Outros relógios, como o TomTom Spark 3, oferecem também essa funcionalidade. No entanto, vê-lo no mapa TOPO é sensacional.

O LiveTrack permite que seus amigos acompanhem suas aventuras em tempo real. E o mesmo já vem conectado com modo Beacon do Strava, ou seja, seus amigos via Strava podem lhe acompanhar. Com três contatos de emergência, o Strava Beacon se conecta ao LiveTrack de forma automática, onde os mesmo ao início da atividade recebem uma mensagem com link de acompanhamento.

Portanto, se você é um aventureiro que gosta de se perder na natureza, então o Fenix ​​5X é ideal para você. Os mapas incorporados, a longa duração da bateria e os alertas do sensor para tempestades tornam o parceiro ideal para uma aventura ao ar livre. Se você correr, andar de bicicleta, nadar, golf ou qualquer outro esporte, ele é bom para tudo.

Porém, se você estiver à procura de um relógio apenas para correr, digamos, talvez a série simples sejam melhores, uma vez que eles são mais leves no pulso e, portanto, mais confortáveis.

Fenix 5X foi o eleito o melhor dos relógios dos últimos tempos, então o investimento é alto.

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Relato CCC 2017 

Você quer, você pode. 

Sim, nem todos nasceram com a melhor genética da terra. Existem uns Kilian, outras Nuria. Mas existem pessoas como eu, normais, persistentes, teimosas. 

Há uns 6 anos eu vi meu irmão realizando uma prova que me encantou de todas formas. Ela se chamava La Mision. Eu estava morando fora e aprendendo o que era essa tal corrida, ultra trail eles chamavam. Sim, meu irmão sempre foi minha inspiração. Iniciando os treinamentos para o La Mision 80km, que realizei em 2015 conheci algumas pessoas que me explicaram o que seria a tal UTMB – Ultra Trail du Mont Blanc, e a partir dali em meados de 2014 eu decidi tentar atingir isso até onde meu corpo permitiria. Escolhi a CCC 101km, chamada Little Sister, que seria a meia volta final da UTMB. Em dezembro de 2016 fui sorteada, e decidi então realizá-la, que ocorreu em setembro de 2017. Se você notar até eu conseguir chegar nisso, passaram-se alguns anos. Eu não fui a melhor corredora, nem a melhor brasileira, nem a melhor gaúcha, talvez uma das mais jovens, mas isso não desmerece o trabalho envolvido.

Terminei quase semi-morta. Mas de alma lavada. Foi um trabalho árduo, exigiu dedicação, dinheiro, e acima de tudo muito esforço. No meio da prova a gente sempre pensa: “por quê?!.”

A largada da CCC ocorreu em pelotões, sai no 2o das 9h15, sozinha, logo encontrei duas brasileiras Manu Rios e Ana Osório que estavam também por lá. Ambas fizeram apoio importante em momento que nos cruzávamos, onde sempre nos incentivávamos.


Minha primeira metade da prova foi muito boa, fechei um dos meus melhores 50km com um acumulado positivo absurdo, mas logo viria a chuva e junto dela um frio bastante severo, e claro a noite. Quando cheguei na divisa da Itália e Suiça, chamada Col Ferret a neblina baixou muito. O corpo umideceu, e minha roupa, que não estava apropriada, encharcou. Decidi continuar para trocar mais tarde, mas cada vez era pior. Então a chuva iniciou. Mesmo com impermeável fiquei extremamente úmida e com muito frio. 


Estava chegando em Champex km56, lá encontraria a Nivea, esposa de um colega que também estava correndo, Luiz Facioli de SP. A Nivea foi essencial para mim. Sem sua ajuda acredito que eu não tivesse continuado, sabe anjos que Deus coloca no nosso caminho?! Ela me aqueceu, e me deu um apoio muito forte em um momento que eu passava por um estresse extremo. A chuva e a sensação térmica de uns -7 graus na montanha tinham definitivamente acabado comigo. Não só comigo, com muitas outras pessoas. Meus ouvidos já haviam estourado diversas vezes, e eu tremia de uma forma que perdia muita energia. Quando estávamos na montanha o vento era cortante e era impossível caminhar ou permanecer parado, aquilo de certa forma acelera a gente. Soube de um problema de cegueira tanto na Manu Villaseca quanto na Fernanda Maciel, onde ambas deixaram a UTMB principal. Saúde é tudo né?! 

Fiquei parada em Champex quase 2h, liguei para algumas pessoas, conversei com meu amigo Xandao que havia já saído da prova, e com o Gustavo que a realizou no ano anterior, com a Leo que tinha concluído a TDS; todos me deram um apoio importante para continuar. Após 2h resolvi deixar Champex junto de uma italiana: Enrica, que também foi um apoio importante e esteve comigo toda madrugada. Alguns perguntaram do tempo parada e do pace ter diminuído tanto. Às vezes uma prova exige coisas diversas. Exige psicológico, exige companhia, e o FairPlay é super significativo, você deve mudar seu pace para poder ter alguém perto de você, e eu estava precisando bastante. O clima severo mexeu com nosso psicológico e eu só estava buscando concluir a prova, mesmo no tempo limite. A partir de Trient km72 eu apenas caminhei, escutei outra vez que sabendo administrar a sobra dos cortes, o resultado é apenas cruzar a linha de chegada. Enrica dizia: eu só quero o colete, e não vou mentir que eu também só queria ele, indiferente resultados. UTMB me ensinou muitas coisas. Muitas. Ensinou quem nos valoriza em momentos extremos. Xandao e sua família estiveram comigo, Leonice também. A energia do pessoal estava demais! Aquilo te coloca para cima, boas companhias! Agradeço Família Moschen, inclusive o treinador Togumi e os colegas UPFIT presentes. Foi espetacular e uma das experiências mais incríveis da minha ainda pequena vida. Eu não tive minha melhor performance e talvez isso me incentive a retornar daqui alguns anos. Eu sei que economizei muito, o tempo inteiro, exatamente por nunca ter feito tal distância, depois você pensa se teria sido melhor acelerar, mas ao fim você atinge a meta e é isso que vale. Ao longo do percurso muitas pessoas torcem, tocam os sinos, gritam “Ale, andiamo”. Criancas correm conosco. O povo vê a bandeira no numeral e grita: Brasilll. Então, tudo isso te move, bastante!!! É realmente uma experiência ímpar.


Eu sei que essa é uma das provas mais significativas da terra. A vida é feita para almejarmos sempre mais, claro com humildade e dentro da nossa possibilidade. Talvez eu volve, talvez  não. Como citei, depois de tudo isso fiquei satisfeita com a CCC e não desejo nesse momento a UTMB, mas às vezes a vida toma rumos engraçados e não podemos prever nada.  Aliás, encontrei novamente meu maior ídolo Marco Olmo que nos visitou inclusive. 


Então, se eu recomendo? É óbvio! Você já deve ter escutado isso de diversas pessoas, como eu escutei. Mas é necessário viver para ver. Chamonix é abençoada. Acendi velas para São Bernardo protetor das montanhas do Mont Blanc e certeza que eu pude ser abençoada com essa maravilhosa oportunidade. 

Eu gostaria de agradecer especialmente aos apoiadores Osprey Brasil, Julbo Brasil, La Sportiva Brasil, UPFIT e Converge.

Eu sou Finisher! 

Psicologia Energética – EFT

Quando estamos sintonizados em um problema que nos aflige, despertamos o sistema elétrico, que começa a atuar de maneira negativa. É necessário, então, um procedimento para livrar-se desse bloqueio de energia.

A psicologia energética tenta equilibrar, restaurar e melhorar o funcionamento da pessoa. Essa técnica está sendo usada atualmente no mundo inteiro, trazendo rápidos resultados e podendo ser facilmente aplicada tanto com o auxílio de um profissional quanto por si mesmo.

A grande vantagem da psicologia energética é que, ao estimular pontos energéticos do corpo, juntamente com a invocação de frases, ela pode mudar rapidamente o sistema eletroquímico do cérebro.

Essa psicologia da energia, também conhecida como técnica de liberdade emocional (EFT), funciona através do sistema energético do corpo e ao toque (tapping) em seus pontos com os dedos (pontos de acupuntura) no rosto e no corpo em um padrão específico para liberar estresse, emoção negativa, respostas indesejadas e físicas dor. Semelhante à acupuntura, porém sem agulhas.

Como funciona?

A energia flui através dos meridianos em nossos corpos, da mesma forma que o sangue flui através das nossas veias. Quando uma pessoa recebe uma lesão física ou choque emocional, ocorre um bloqueio no sistema do meridiano e uma ruptura nos resultados do fluxo de energia. As emoções negativas não são criadas pelo próprio evento, elas são criadas pela interrupção no sistema de energia que ocorre como resultado do evento.

A emoção negativa é então reeditada sempre que esse evento vem à mente. Se o bloqueio não for removido ou rebalanceado, isso pode resultar em depressão, estresse entre outros problemas emocionais além de físicos, como tensão muscular e dores.

O EFT trabalha liberando o bloqueio. Sem o bloqueio no sistema de energia, o evento original ainda ocorrerá, mas não há mais um sentimento negativo associado a ele. Ele só se torna uma memória, o que aconteceu, mas já não afeta os sistemas de mente e corpo. Esta técnica pode ser usada tanto em questões emocionais quanto físicas.

Há muitos pontos potenciais para a aplicação de EFT para melhorar o desempenho no esporte. Esses incluem:

Liberar a tensão/ansiedade associada com o desempenho – quando o atleta visualizar a situação de antemão pode aplicar EFT a qualquer ansiedade que venha à tona.
Liberar as emoções negativas e os efeitos de falhas do passado, também podem ser sistematicamente identificados e tratados com EFT.

É importante também buscar quaisquer crenças negativas que podem ter se desenvolvido fora dessas falhas e resolvê-las também. Dirige-se a identidade do atleta, e elimina-se qualquer auto crenças negativas que pode dificultar o desempenho de pico.
 

Como aplicar?

O primeiro passo para fazermos EFT, ou qualquer outra técnica de libertação emocional, é identificar a emoção. Depois, temos sempre a opção de nos mantermos agarrados e amarrados a ela ou, por outro lado, decidirmos se libertar. Quando decidimos ser livres, estamos prontos a usar a EFT para dissolver as emoções que nos limitam.

Fazer EFT é muito simples. Apenas exige de nós o reconhecimento das emoções que estamos sentindo e a vontade de libertar tais emoções tocando nos pontos de EFT.

Alguns pontos que são trabalhados estão na figura e todos correspondem ao trabalho da emoção.

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Ser Específico

Se não conseguires resultados imediatos com EFT, isso não significa que a EFT não funciona. Significa apenas que não está sendo específico na emoção que está a sentir. Muitas vezes achamos que sentimos uma coisa, mas, na realidade, existem outras emoções associadas que não gostamos de aceitar ou não conseguimos “olhar” para elas de frente por serem dolorosas demais. Com a prática, aprende a reconhecer o que está acontecendo e aprende a encontrar as verdadeiras emoções.

Quer aprender mais? A Dra. Wania Sierra da Nihumana é especializada na aplicação em EFT e possui um núcleo de psicologia em São Paulo que atende a atletas de trail running para o controle de ansiedade, desempenho, etc.

Confere a página no face:

https://fb.com/nihumana

LA SPORTIVA AKASHA REVIEW

Conforto, respirabilidade e proteção é o que este sapato oferece, facilmente um tênis que eu consigo utilizar em diversas corridas. Para aqueles que não tiveram sorte com a La Sportiva no passado, devido ao ajuste mais estreito e mais rígido, vale a pena testar o novo conceito.

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O Akasha está chegando no mercado brasileiro no próximo mês de agosto. E promete muito.

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A parte superior do Akasha é uma malha de ar respirável (airmesh) que se encaixa ao pé e elimina qualquer desconforto. Existem tiras de poliuretano finas que se sobrepõem à malha através do antepé proporcionando um pouco de estrutura e evitando o colapso da parte superior. Mantém o pé firmemente em cima da plataforma enquanto se corre e se realiza trail (inclusive sobre rochas!). O entalhe do calcanhar e do tornozelo são acolchoados na medida necessária, e possuem um loop de nylon para pendurá-los.

Na parte da frente, temos o Dynamic ProTechTion, que são estas são as tiras de PU (poliuretano) que foram soldadas no airmesh. Isso, de acordo com a La Sportiva, “oferece proteção e estrutura seguindo o pé de forma dinâmica e sem constrições”. Que significa que os dedos do pé ficam sem dor, não importa quantas vezes se chute pedras, em nenhum momento, para mim Raissa, criou-se feridas, bolhas, roxos ou eu perdi unhas. Este “rand” protege todos os dedos do pé de medial para lateral e se envolve para fornecer uma saliência ligeiramente protetora.

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Realizei Transgrancaria 82km com ele e meus pés terminaram intactos como começaram. Sem absolutamente nenhuma lesão, bolhas ou unhas perdidas; diferente de outros tênis na minha humilde experiência.

A língua é uma das línguas acolchoadas mais espessas que encontrei no mercado de sapato, mas o preenchimento é denso e firme. Não notei o excesso de absorção de água nesta área enquanto usava os tênis em terrenos úmidos e/ou enlameados. Mas depois de lavados demoraram um pouco mais para secarem que outros modelos do mercado.

No geral, esta parte superior é fantástica, simplesmente devido ao conforto e a respirabilidade que ela fornece, e ainda é durável.

No caso da entressola do Akasha, esta é um EVA injetado que permite que mantenha o amortecimento e elasticidade dentro do EVA ao longo do tempo inclusive sendo mais durável (versus o EVA moldado por compressão padrão). Juntamente com a plataforma de almofada La Sportiva, este sapato maximiza a absorção de choque, proteção contra rochas, ao mesmo tempo que elimina uma sensação de morbidez. O conforto e a proteção oferecidos pelo sapato são perfeitos para longas distâncias de até 160km. Tenho problemas de joelho e o retorno do tênis foi excelente em relação a isso.

A palmilha ergonômica Ortholite Mountain Running é antimicrobiana de 4mm sem retenção de umidade, mesmo através de lama e córregos.

Por fim, em relação à entressola, esses tênis desviaram todas as rochas pontudas, arredondadas e de ângulo estranho que eu poderia pisar diretamente sem problemas. Meu pé permaneceu estável até em ângulos estranhos. Excelente proteção e amortecimento em rocha, mantendo a flexibilidade e controle de torção.

O ponto mais alto do tênis é a sola exterior. O Akasha utiliza as solas de composto de borracha dupla densidade FriXion XT (XF + AT) que otimizam a resistência ao desgaste e a absorção de choque. Por mais molhado que esteja o solo ou rocha, ele se agarra da maneira mais perfeita. La Sportiva usa alças de direção reversa para ajudar a quebrar em downhills e também incorpora seu sistema “Trail Rocker” que ajuda com o rolamento natural do pé no nosso ciclo de marcha, toe transition.

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Impressões gerais

No geral, estou realmente impressionada com o La Sportiva Akasha. Bem satisfeita com o sapato de maior volume e suporte. Eu tenho cerca de 200 quilômetros já neles e não vejo sinais significativos de desgaste. Realizei três provas já com significativo resultado em todas.

Em suma, acho que o Akasha é um sapato digno de ultra distâncias, e se comporta de maneira perfeita para o meu tipo de pé. Sua pisada é neutra e o amortecimento dele é ótimo para quem gosta desse tipo de característica em tênis de trilhas. Não são minimalistas, pelo contrário apresentam conteúdo de proteção, porém não deixam de ser rápidos e responsivos.

Pontos negativos: dizem que a versão masculina é um pouco pesada: 330g, já para mim no meu número 34 ela pesa apenas 260g.

P.S.

– Se você tiver alguma dúvida sobre o sapato, pergunte.

– Se você teve a chance de correr no sapato,conte a todos o que você pensa!

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