Convite para o SkyRunning Brazil

Agora em fevereiro iniciam as provas da SkyRunning Brazil através do primeiro circuito validado pela ISF – Federação Internacional de Skyrunning, em território nacional através do National Series Brazil. 

Segundo o site oficial http://www.skyrunning.com existem três tipos de disciplinas definidas como: SKY, ULTRA e VERTICAL. As corridas podem ser sobre estradões, trilhas, rocha ou neve. O asfalto deve ser inferior a 15% da distância total. Nos países onde a altitude não atinge 2.000m, os cursos devem ter uma inclinação média mínima de 6% sobre a distância total e atingir os pontos mais altos. Uma tolerância de 5% é admitida.

Sendo, SKY – corridas entre 20 e 49 km com escalada vertical mínima de 1.300m; ULTRA – corridas entre 50 e 99 km com escalada vertical mínima de 3.200m ou tempo máximo de 16 horas; VERTICAL – corridas ascendentes com inclinação média mínima de 20% e algumas seções superiores a 33% com 5 km de comprimento máximo.

SkyRace® – Corridas com mínimo 20K e mínimo d+1200m (tolerância 5%).

SkyMarathon® – Corridas com mínimo de 30K e mínimo d+2000m (tolerância 5%).

Ultra SkyRunning® – Devem superar os parâmentros da SkyMarathon® em 5% havendo portanto distâncias superiores a 50K, d+2500m.

As provas do primeiro circuito serão:

SkyRace®

17 FEV: 21K d+1420m TRC Araçatuba Half Marathon

5 MAI: 20K d+1420m KTR Campos

14 JUL: 23K d+1460m TRC UltraMaratona dos Perdidos

SkyMarathon®

5 MAI: 40K d+3000m KTR Campos

14 JUL: 44K d+2890m TRC UltraMaratona dos Perdidos

18 AGO: 35K d+2700m LaMision Serra Fina

Ultra SkyRunning®

21 ABR: 63K d+3400m APTR Videiras

13 JUL: 100K d+5000m TRC UltraMaratona dos Perdidos

18 AGO: 80K d+5400m LaMision Serra Fina

Além da Insanity Mountain Metre Alvaro dia 31 de março prova chancelada.

 

A pontuação validada será das duas melhores provas dentro da mesma disciplina, sendo assim se forem realizadas apenas duas, a terceira será automaticamente excluída. Portanto, escolha ao menos duas provas dentro da mesma disciplina e divirta-se.

Outro ponto importante é estar federado na CBAt em Corrida de Montanha!

Eu estarei participando da disciplina Ultra SkyRunning® e estendo o convite a todos para vir participar junto deste novo desafio que nasce dentro do nosso país! A primeira prova que estarei presente é a APTR de Videiras nos 63K.

Qualquer dúvida consulte o regulamento em na página oficial no Facebook SkyRunning Brazil em:

https://www.facebook.com/Skyrunning-Brazil-234364227040713/

 

Organizações participantes da Ultra SkyRunning®:

APTR

Instagram @aptrseries

http://aptrailrun.com.br/

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TRC

Instagram @trailrunningclub_brasil

http://www.trcbrasil.com/

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LaMision

Instagram @lamisionrace

http://www.lamisionrace.com.ar/

http://www.tambonline.com.br/event/la-mision-brasil/

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Vamos!!!!

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Divulgação de percurso prévio? Qual sua opinião?

Eu recomendo sempre analisar e estudar todas suas provas.

Mas e quando uma prova não disponibiliza seu trajeto? Ou protege seus dados? Que opinião podemos ter a respeito de tal atitude? Julgar que um atleta chegue “cego” em uma prova? Julgar que é mais “justo”?

Eu sempre trabalhei com estratégia, eu não posso confiar fielmente na minha capacidade física e prefiro sempre estudar trecho a trecho. Na minha opinião é necessário, principalmente para se ter noção do espaço de cada PC, o quanto de alimento e líquido devo carregar, a necessidade de trekking poles, do solado mais adequado para terreno, peso para se carregar, entre outros fatores. Toda economia é ganho! Não acredito que seja mais justo não apresentar dados primordiais. Principalmente por desconhecermos a região devemos estudá-la! Não ter acesso a dados é sim favorecer quem é da região!

Corrida de montanha, não é apenas colocar um tênis e correr, exige muito mais que isso. Exige conhecimento de mapas, de leitura de informações, de análise de equipamentos. Pode parecer balaca, mas não é.

Então vem outro questionamento.

Você sabia que toda corrida com validação ITRA tem seu percurso publicado dentro do mesmo site?

Sem exceção toda prova validada pelo ITRA tem o seu percurso publicado no Trace de Trail. Às vezes eu encontro pessoas encucadas com determinadas provas sem elas mesmo saber que antes da organização divulgar o percurso no seu site oficial o tal percurso já se encontra no ITRA/Trace de Trail (caso a mesma apresente o símbolo da validação). Sim, eles precisam carregar os dados para ter a validação, portanto se você procura aqueles pontos e ainda tem dúvidas na rota que a prova apresentará, a resposta é simples.

Entre no calendário do ITRA

http://www.itra.run/page/290/Calendrier.html

Realize sua busca. Por exemplo:

Clique no país Brasil e selecione o período da sua busca.

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Fazendo isso, procure a prova de seu interesse. Encontrei logo a prova do amigo Kleber Naventura Ouro Fino e cliquei para averiguar dados relevantes da prova.

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Aparecerá o Trace de trail com a rota, bem como a pontuação basal da prova (340 para os 50km), o nível de montanha (4), website e uma breve descrição.

A pontuação basal é aquela que determina seu índice ITRA após os resultados. Verificar uma boa pontuação basal ajuda a elevar seu ranking quando você almeja estar entre os melhores.

Portanto, não basta colocar os tênis e correr. É também importante saber como se alimentar, como se hidratar, o quanto carregar, qual tênis e equipamentos utilizar e o porquê de utilizá-los… se você sofre com bolhas, saber áreas úmidas, ter meias extras, ou ter bandagens para proteger, tudo influencia! E poderá favorecê-lo em determinado momento! Acredite, tudo se aprende com tempo e experiência. Sendo assim, para mim, estratégia depende do estudo da prova, portanto quanto antes: MELHOR. E para você?

 

Situações de Treinos

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É incrível como eu gosto de inventar moda, e é incrível como as pessoas ainda não perceberam isso. Elas continuam insistindo em querer vir treinar comigo mesmo sabendo que pode dar uma zica enorme. Afinal de contas eu sou a Raissa.

Vara mato é fato. Não obstante eu sou toda alérgica, saio parecendo um boneco Michelin e acho divertidíssimo. O que eu mais gosto é água! Travessias de rios é o ponto alto da trilha. E encontrar aninais peçonhentos então, acho uma benção da natureza poder encontrar qualquer tipo de animal pelo caminho. Mas tem algumas pessoas que não concordam muito. E mesmo sabendo isso, elas insistem.

Perguntas frequentes: a gente faz em uma manhã? NÃO! Porque existe a probabilidade da gente se perder, mas eu não preciso salientar esta hipótese. Ou aquele que chega no meio da trilha e diz. Cansei, tem atalho? (Oi?)

Até meu irmão que costumava ser uma versão piorada minha me disse: você só me coloca em encrencas. Acho que o espírito explorador suicida está aflorando apenas em mim…

“Raissa você já fez essa trilha?” Definitivamente a resposta é uma só… e claramente estou usando vocês de cobaia.

Uma das situações mais bonitas que presenciei foi ter visto um Macuco, um pássaro em extinção, e seus ovos cor verde piscina. Sim, às vezes a natureza nos recompensa.

JP é testemunha na trilha da vovó quando Melina estacionou para comer umas bergamotas e a velhinha quase nos tirou a tiro! Ou quando paramos no meio do rio das Antas, um rio de enorme vazão, com hidroelétricas para geração de energia, e o Wobeto resolveu atravessar duas vezes a nado (matou uns do coração).

Na última trilha longa com Xandão encontramos uns tropeiros no meio do caminho e eles claramente expressaram esta frase: vocês não terminam isso hoje, e vocês vão morrer desse jeito lá em cima. É terminamos realmente a noite, mas graças a Deus não morremos.

A gente sofre mas se diverte.

E o melhor é a cara de pavor das pessoas que passamos pelo caminho com expressões de “da onde vocês surgiram? ”, “como chegaram aqui? ”, “cadê o meio de transporte de vocês? ”, “mas para que vir de tão longe? ”, “cadê a barraca de vocês? ”, “vocês são loucos? ”, “vocês pretendem voltar ainda hoje!? ”. Confesso que acho super prazeroso trocar ideias com os colonos de fora, eles geralmente são muito receptivos e a troca de experiências para quem vive em um apartamento é maravilhosa.

Definitivamente o que me move não são as marcas de famosas de equipamentos e sim as marcas das cicatrizes das trilhas. Eu consigo distinguir perfeitamente a origem de cada uma e tenho orgulho em carregar comigo, porque através de cada uma consigo identificar as histórias dos meus treinos. E que as parcerias não morram depois dessa confissão.

10 Regras Básicas para ser um Aventureiro

Resolvi fazer uma lista de elementos básicos para ser um aventureiro, às vezes nem prestamos atenção, mas então uma lista de dicas que eu acredito ser conveniente.

a) permanecer vivo e b) não irritar seus amigos.

  1. Faça suas prioridades em ordem, em qualquer aventura.

-Não morra

-Divirta-se

-Atinja o objetivo

Antes de sua tentativa no K2 em 1995, o escalador americano Rob Slater disse à revista de escalada: “Cume ou morte, de qualquer maneira eu venço”. Ele foi ao cume, mas morreu na descida com cinco outros alpinistas quando as condições climáticas mudaram abruptamente.

É impressionante como não damos atenção ao essencial, até que uma situação improvável aconteça. Neste ano resolvi alongar meu treinamento e entrar em uma área de geração de energia, uma área privada, isolada, sem circulação de pessoas, sem sinal e sem eu ao menos avisar a qualquer pessoa que eu iria até lá. Obviamente, eu caí e bati de fuça em um tubo de ferro fundido suspenso dentro de um vale encaixado, até pensei ninguém nunca mais irá me encontrar aqui. Por sorte, fiquei apenas com um hematoma no rosto. A partir dali passei a dar mais importância para minha segurança pessoal.

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  1. Não se atrase

Cheguei atrasada 10 minutos em uma reunião quando eu morava na Dinamarca e meu orientador disse: ok, é ela sul-americana. Depois daquilo eu nunca mais me atrasei. Foi uma imagem bastante negativa que senti diante do que somos no resto do mundo, portanto, atualmente, eu sou muito mais comprometida com horário, independente da situação, pois não madrugamos à toa. É importante já deixar todas suas coisas preparadas na noite anterior se você sabe que tem problemas com o despertador. Quero dizer, você gosta de esperar? Ninguém gosta.

  1. Evite apenas esperar que alguém o encontre

Se você não conhece a história de Aron Ralston, aqui está a versão curta: ele saiu sozinho, prendeu seu braço atrás de uma rocha, passou 127 horas tentando descobrir o que fazer e depois cortou o braço com um canivete. Todos nós conseguimos aprender ao menos uma coisa dessa história de sobrevivência: sempre conte ao menos uma pessoa para onde você está indo e o que fazer se não voltar no tempo.

  1. Evite passar a noite na rua congelando

Tenho um saco estanque de coisas pequenas que eu uso sempre que eu vou a qualquer lugar, caminhadas, corridas, seja o que for. Ele conta com uma lanterna, pilhas extras, cobertor de emergência, primeiros socorros e pastilhas de cloro. Um amigo me citou uma vez que o melhor lugar para guardarmos as pilhas extras são sempre em uma segunda lanterna, até por probabilidade da primeira estragar, portanto dependendo da aventura, a segunda lanterna vem também.

  1. Evite se perder

Antes de qualquer aventura, estude a área. Decore trilhas alternativas, porque elas também serão importantes, foi-me de valia em uma situação.

Quando aprendi cartografia na escola de Engenharia, aprendemos a desenhar a mão, hoje os Engenheiros já entram lidando com softwares, e mesmo apesar de tanta tecnologia e mapas online, sempre é bom ter ainda o velho mapa a mão. Eu e Xandão fomos explorar uma nova trilha e quando o wikiloc morreu, tínhamos um mapa de papel conosco, foi o que continuou nos guiando. Falando em wikiloc, eles estão até agregados aos novos relógios, o último que comprei vem com aplicativo dentro e ele da ainda alertas se saio da rota, é algo incrível. Quanto tempo desperdiçado desenhando a mão!!

De qualquer maneira, se você depender de celular, ou tecnologias a base de bateria, leve a bateria extra, senão leve o papel mesmo. E entenda para onde você irá.

Outra situação que ocorreu ao me perder foi que vi o desespero de uma colega e da maneira que via ela entrando em pânico, comecei a entrar em pânico junto. Até voltar a raciocinar e estabelecer nova estratégia levou tempo, mas eu imaginei que uma trilha alternativa talvez desse certo. Felizmente deu.

  1. Evite não ser MacGuyver

Nós adoramos dizer que a fita adesiva corrige tudo, o que é quase verdade. A fita não conserta tudo, mas funciona bem para a maioria das coisas. Mas você também pode agregar outras coisas, dependendo do seu esporte / situação.

Você não precisa transportar uma caixa de ferramentas em todos os lugares em que você vá, mas algumas coisas podem salvar seu dia.

-Fita adesiva/Esparadrapo/Silver Tape (obviamente)

-Canivete

-Agulha e fio (se você ficar num bom hotel, pegue o kit de costura)

-Ferramentas de valia pessoal, tenho um amigo que gosta de descascar frutas com uma faca de punho, outra não sai sem o spray de pimenta…

  1. Evite Raios

Este pode parecer bastante óbvio, mas acredito que a maioria tem uma história sobre o assunto. O que você deveria fazer? Pegue algum lugar onde você não seja o mais alto. Ou seja, que não esteja no topo da montanha. Vá para a altitude mais baixa, na cobertura da árvore. Se você não conseguir, seu último recurso é ficar longe de qualquer metal que você esteja carregando, soltar sua mochila, subir em sua mochila (assim seus pés não estão em contato com o chão) e então agache e abrace seus joelhos. Você provavelmente não vai se sentir seguro, mas é o melhor que você pode fazer – por isso é chamado de “último recurso”.

  1. Não estrague suas amizades

Em geral, não crie drama entre seu grupo de amigos. Às vezes, as pessoas têm objetivos diferentes e isso pode produzir fricção. Se você pode evitar ser um idiota com seus amigos e parceiros de aventura durante a duração da sua aventura, você pode ficar com os amigos. Se o seu amigo não tiver esse foco, não sacrifique a amizade por algum objetivo inventado. Amanhã você poderá se arrepender.

  1. Aceite as falhas

O fato é que, se você gasta tempo suficiente tentando fazer coisas ao ar livre, você irá falhar às vezes. Você poderá ter que abandonar seu treino devido a condições climáticas, ou imprevistos. Acontece, com todos. Evite se expor sem necessidade.

  1. Cuidado com animais

Evite chegar perto de animais peçonhentos, quando há calor eles saem. Carregue antialérgicos, ou no caso do La Mision há necessidade de carregarmos adrenalina por razão de uma abelha. Proteja-se. Na dúvida, em trilhas mais fechadas, utilize o bastão tateando previamente para verificar a presença de cobras e aranhas.

 

Eu até pareço prudente escrevendo tudo isso, mas não sou, a gente só aprende sendo teimoso mesmo.

 

Inspirado e modificado de Semi-Rad.com

Encerrando Temporada, novos desafios 2018.

Próxima semana, encerro uma temporada árdua que teve início não sei quando, com algumas vitórias, alguns problemas, porque todos somos humanos. Lembro-me de iniciar com meu treinador em agosto do ano passado, onde montamos uma base, e em setembro faria minha primeira prova pós-reset.

Desafio das Serras foi a prova inicial, onde conclui dentro do esperado, de lá para cá perdi 8% de gordura, melhorei performance, passei por muitas provas, como Costa Esmeralda, 48K Summer, Maratona do Vinho, e então a primeira prova fora do país: a Advanced TransGranCanaria com 83K, que conclui com 15h. Seria a primeira de muitas felicidades que meu treinador me fez ter.

Retornei, e mesmo ele me questionando descanso, continuei com Cânions 46K, Indomit Pedra do Baú. E a hiperatividade não parava. Então, tinha a Lavaredo 120K, onde ocorreu a primeira baixa. Infelizmente tive uma infecção no colo do útero, que só consegui diagnosticar quando retornei ao Brasil. O mesmo foi causado por uma baixa na imunidade, talvez pelo exagero frenético. Portanto, sim, é importante nosso descanso entre temporadas. Mesmo assim, continuei meus treinamentos, pois vinha o maior dos meus desafios.

Em agosto, então, encaminhei-me para a CCC prova secundária da UTMB com 101km e 6100m de desnível positivo. Até o km56 eu estava muito bem obrigada, meu tempo era ótimo, bem classificada, foi quando peguei muito frio, chuva e senti que tudo estava explodindo dentro de mim, foi um envolvimento tanto de corpo quanto de mente. É aí que nossa cabeça entra. Ela pode te derrubar por completo se você não souber o que realmente quer ou busca. Conversando com uma italiana sentada perto de mim, perguntei-lhe se podia a acompanhar, Conversar é comigo né, fomos juntas, e soubemos nos administrar, contando várias histórias. Conclui a CCC, não dentro do esperado, mas conclui. Então, não parei, ainda. Semana que vem realizo a última prova da temporada. Vou a Indomit Costa Esmeralda ainda com dúvidas para qual distância largar, já que o compromisso é de me divertir. Pois, no fim, esquecemos que corremos para isso.

A intenção é só retornar em 2018. Sim! Meu descanso chegou!!! É bom também fazermos festas, assumir nosso compromisso social, curtir a família, tudo sem exageros. Irei dar uma passeada com caminhadas e travessias pelo Sul do país, quem quiser vir, está convidado, agora é o momento! Ano novo montarei uma sequência de treinos pelos cânions no RS.

Contudo, imagina que eu já não estaria me inscrevendo para o primeiro desafio? Fevereiro 2018 La Mision em San Martin de los Andes.

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La Mision foi a minha primeira ultra “wild” da vida. Fiz 80km em 2015, e atingi o 2º lugar geral dessa prova. Então imagina, estarei agarrando com tudo essa nova oportunidade!

Estou muito feliz pelo ano que passou, e pelo crescimento que adquiri, que 2018 venha com mais bagagem ainda!!!!

Review Julbo Aerolite

Julbo Aerolite
A Julbo produz óculos há mais de um século. Costumam ser mais conhecidos nos círculos de montanhismo, mas estão ganhando destaque entre os trailrunners.


Como a versão do popular modelo Aero, o Aerolite é menor sendo projetado para mulheres, e qualquer corredor com um rosto menor. Ambos possuem as mesmas funções, dos quais foram projetados para maximizar o fluxo de ar e minimizar a nebulização, com uma peça de nariz altamente ajustável, fixa os óculos aos movimentos de corrida evitando que o mesmo se locomova ou caia.

O Aerolite vem em duas opções de lentes, a lente Spectron 3 (categoria 3) ou a lente fotocromática Zebra Light (categorias 1 a 3). Enquanto a lente Spectron 3 é uma lente mais escura, mais protetora, adequada para uma variedade de condições brilhantes durante o dia, a lente fotocromática Zebra Light acomoda quase todas as condições de luz desde o início até o anoitecer.

As lentes fotocromáticas oferecida pela Julbo, funcionam perfeitamente na sombra, quando entramos em trilhas fechadas, como protegem da mesma maneira quando saímos para ambientes super brilhantes. São as lentes perfeitamente indicadas para o TrailRunning, uma vez que oferece essa gama de proteção luminosa. A própria especificação técnica do produto indica um tempo máximo de 18 segundos para variação completa da lente. Além disso, a lente Zebra tem uma tonalidade marrom que torna uma lente de alto contraste para acentuar o terreno para que você possa ler os obstáculos mais seguros enquanto se movem rapidamente.

Já quando estamos mais expostos, como em travessias, a lente Spectron também é super indicada.
Todas as lentes possuem um revestimento anti-nevoeiro (anti-fog) no interior da mesma, protegem 100% os olhos dos raios UV-A, B e C, pesam somente 22 gramas, possuem revestimento hidrofóbico, anti lama e chuva e possuem ajuste para lentes de prescrição médica.

Testei ambas lentes.

Spectron



Zebra Light Red


No caso do óculos Aero/Aerolite edição limitada UTMB as lentes são do tipo Zebra Light Red, que variam da categoria 1 a 3 e suportam qualquer temperatura.

Neste ano, a UTMB foi acometida de grande variação térmica, incluindo neve. Houveram muitas desistências por conta de problemas nos olhos de alguns atletas. Digo que a mim os óculos protegeram de maneira perfeita.

Todas as lentes de desempenho são completamente à prova de quebra e altamente resistentes a arranhões. O material usado em cada lente é o mesmo material usado em pára-brisa do helicóptero.

Não há dúvidas da qualidade que a marca francesa oferece.

Review Fenix 5X

Garmin Fenix 5X

O mais incorporado dos novos modelos Garmin, lançados neste ano de 2017, com a série 5, que inclui 3 modelos. O 5X ainda não está sendo comercializado no Brasil. Porém tem todos atributos do Fenix 5 e 5S, sua diferença é o acesso aos mapas TOPO U.S. próprio do Garmin, que podem ser facilmente carregados, para qualquer parte do mundo, inclusive para o Brasil.

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Ele é o maior e mais pesado dos 3 modelos, tendo 51mm, mesmo assim consegue ser mais leve que os modelos antecessores. É robusto, multi-esportes, disponível apenas com tela de safira.

Ele ainda traz as características dos antigos modelos, como Face It, que é a possibilidade de trocar o fundo de tela do relógio, como de outros modelos, e com o monitor cardíaco no pulso Elevate™².

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Foi incluída a possibilidade de troca de pulseira por encaixe chamada QuickFit™, ou seja, nada mais de pulseira arrebentada.

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O programa de configuração é super simples, especialmente se você já possui uma conta Garmin Connect. Baixe o aplicativo, conecte-se ao relógio via Bluetooth para instalação, ele irá perguntar quais esportes são seus favoritos, então você tem aqueles como seus favoritos na tela de dados do seu relógio. Você pode adicionar mais tarde outros, mas esta é uma maneira fácil de personalizar a sua experiência desde o início.

O acesso de dados de GPS no Fenix 5X é super rápida, uma vez que a antena e a caixa traseira é de aço inox, seu display também melhorou para 240 x 240 pixels, e também passou de 16 para 64 cores. A exibição do display também é reflexiva, o que significa que as condições de iluminação são mais brilhantes, mais fácil de ler, o oposto da maioria dos smartwatches.

Graças à mega bateria deste dispositivo é possível ter rastreamento de atividades durante o dia, e análise de sono à noite, tudo sem se preocupar com a falta de energia. Porém, é bom desliga-lo fora de uso, uma vez que consome mais que outros relógios, devido a alta funcionalidade, mesmo parado.

Mas o que eu mais gostei no relógio, foi o controle de músicas pelo pulso.

Uma vez que, conectado por bluetooth ao celular, você consegue comandar muitas atividades do seu celular através do Garmin, e o controle de músicas é uma delas.

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Para o ciclismo, há muitas opções – como usar o Strava Live Segments e conectar-se a sensores ANT + para cadência, energia e muito mais.

A orientação é realmente impressionante no Fenix 5X. Este, atualmente é o único relógio para oferecer mapas verdadeiros de pulso. Mapas coloridos aliás. Estes são incorporados, para que você possa alterar as telas de dados em uma corrida, e veja exatamente onde você está. Uma vez que os mapas são armazenados no relógio, isso é quase instantâneo e o detalhe é ótimo, é como um Maps de pulso. O sistema de Garmin conhece as ruas da cidade, bem como trilhas obscuras e riachos no meio do nada. Pode até ajudá-lo a encontrar pontos de interesse ao seu redor, como bancos e restaurantes. Além do back to start, fazendo o caminho reverso caso você se perca.

Contudo, o recurso de mapas não é perfeito. Panning e zoom em torno do mapa leva uma tonelada de diferentes botões para se pressionar e nos deixa desejando um touchscreen. Mas ainda assim, é um agregado incrível, e os mapas em cores são bem fáceis de ler.

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O relógio fēnix 5X dispõe também de recursos de treinamento sofisticados que ajudam a monitorar sua forma e seu desempenho. As leituras avançadas de status de treinamento e Training Effect mostram os benefícios aeróbicos e anaeróbicos do seu exercício – assim você pode ver como seus exercícios estão dando a resposta esperada. O estimador de VO2 máximo resume dados, incluindo velocidade de corrida, batimentos por minuto e variabilidade de frequência cardíaca, para estimar o volume máximo de oxigênio que você pode consumir por minuto. Outras métricas de condicionamento incluem ainda avisos de recuperação com temporizador e verificação de recuperação, além de um indicador de corrida que estima seu tempo de conclusão ideal com base em seu VO2 máximo atual.

Já nos recursos de treinamento que aproveitam as métricas fisiológicas estendidas e dinâmica de corrida avançada, estão incluídos:

  • Condição de desempenho: depois de correr por 6 a 20 minutos, o fēnix 5X compara sua condição em tempo real com seus níveis médios de condicionamento físico
  • Limiar de lactato: pela análise de seu ritmo e frequência cardíaca, o fēnix 5X estima o ponto em que seus músculos começam a fadigar mais rapidamente
  • Estimativa de VO2 máximo
  • Cadência – o número de passos por minuto
  • Comprimento do passo – mostra o comprimento do seu passo em tempo real

 

Outro fator é a rastreabilidade LiveTrack. Outros relógios, como o TomTom Spark 3, oferecem também essa funcionalidade. No entanto, vê-lo no mapa TOPO é sensacional.

O LiveTrack permite que seus amigos acompanhem suas aventuras em tempo real. E o mesmo já vem conectado com modo Beacon do Strava, ou seja, seus amigos via Strava podem lhe acompanhar. Com três contatos de emergência, o Strava Beacon se conecta ao LiveTrack de forma automática, onde os mesmo ao início da atividade recebem uma mensagem com link de acompanhamento.

Portanto, se você é um aventureiro que gosta de se perder na natureza, então o Fenix ​​5X é ideal para você. Os mapas incorporados, a longa duração da bateria e os alertas do sensor para tempestades tornam o parceiro ideal para uma aventura ao ar livre. Se você correr, andar de bicicleta, nadar, golf ou qualquer outro esporte, ele é bom para tudo.

Porém, se você estiver à procura de um relógio apenas para correr, digamos, talvez a série simples sejam melhores, uma vez que eles são mais leves no pulso e, portanto, mais confortáveis.

Fenix 5X foi o eleito o melhor dos relógios dos últimos tempos, então o investimento é alto.

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Vest Osprey Dyna Review 6L

Osprey, marca americana e famosa em mochilas cargueiras agora redefiniu sua linha de mochila para trailrunning com seus novos modelos de mochilas Duro (masculino) e Dyna (feminino) já disponíveis no mercado brasileiro. Em 3 tamanhos cada, tanto para homens como para mulheres, as mochilas vem em modelos de capacidade de 1,5 litros (reservatório 1,5L), 6 litros (reservatório 1,5L) e 15 litros (reservatório 2,5L). Algo para cada necessidade, desde corridas rápidas com apenas um pouco de água e um casaco de chuva, como para provas mais longas, ou de autossuficiência.

Em forma de colete “vest” se adapta perfeitamente ao corpo, em tamanhos variados P/M e M/L com cortes tanto masculino como feminino nos modelos indicados.

 

Testei a Dyna 6L cor cinza – modelo feminino.


No geral, a impressão é muito boa, na verdade, Osprey fez algo que nenhuma outra mochila fez, executou uma mochila que mantém tudo preso ao corpo sem balançar, sacudir, machucar os seios, ombros ou então esfaquear as costas.

Estes coletes não são ultralight, mas eles não devem ser. Eles oferecem recursos para pessoas que procuram conforto e estabilidade, juntamente com o conjunto usual de muitos bolsos da Osprey. Se você está atrás de mochilas super light, estas provavelmente não são para você. Por exemplo, a Dyna 6L, pesa 440 gramas. Em comparação ao líder de mercado que pesa 285 gramas. Na minha opinião, a mochila da Osprey é perfeita para corrida geral, conforto e durabilidade.

A Dyna 6 já me acompanhou em diversos treinos e foi a que utilizei na minha meia prova da Lavaredo onde executei apenas 48km. De qualquer maneira, ela agiu perfeitamente para mim. Acesso a inúmeros bolsos, onde guardei toda suplementação mais materiais obrigatórios, o bolso exterior mantinha minha jaqueta impermeável de fácil acesso sem abrir e fechar zíperes, somente preso no bolsão com fivelas. Nos bolsos frontais mantive gel, mariola e rapaduras. Nos dois flasks frontais mantive água e isotônico e mais 1,5L de água de coco no reservatório traseiro. Os materiais obrigatórios ficaram em um do bolso traseiro, no outro menor mantive lenços umedecidos mais outras comidas. Em dois bolsos diagonais das costas mantive os manguitos, luvas e bandana de fácil acesso (para certa elasticidade motora).

Adaptei meus trekking poles da maneira que mais gosto na mochila e ela aceitou perfeitamente. Não balançaram, não sacudiram, não incomodaram e não me machucaram.

Osprey têm qualidade personificada, excelente construção e longevidade. Eles oferecem uma “All Mighty Guarantee” e eles sempre preferem reparar produtos em vez de substituí-los.

 

Pontos Positivos

-Muito bem feito, estes coletes não se desmoronarão em breve. As vezes, acabamos investindo muito em materiais que começam a se desfazer em um ano ou dois….

-Bolsos extra grandes para soft flasks ou para celular/comidas.

-Sistema de fechos sólido e estável.

-Sistema de elásticos frontais seguros e adaptáveis onde desejar longitudinalmente. Eles simplesmente não saltam ou balançam graças à largura do projeto da tira do ombro e ao sistema de tensão. Eles abraçam o corpo.

-A opção de usar reservatório traseiro de água dentro da embalagem (sistema envelope) e/ou apenas transportando soft flasks frontais.

-Três tamanhos para três necessidades muito diferentes; colete de 1.5L para dias minimalistas, um modelo perfeito de 6L para “se você apenas vai comprar um”, e um forte 15L com uma adição de cinto muito apreciada para carregar cargas mais pesadas.

-As mochilas são todas de tamanho pequeno / médio ou médio / grande para ajustar o ajuste.

-Além do meu ponto favorito que é o imã na mangueira do reservatório.

-Reservatório da Hydrapak com mangueira superior à do concorrente.

-A opção de usar (comprando separadamente) os soft flasks (frascos frontais para água ou isotônico) da própria maca Osprey nas opções de 250ml e/ou 500ml.

Pontos Negativos

-Bolsos com zíper em material de malha. Eu aprendi que a malha permite que o suor se mova através dele deixando o sal atrás uma vez seco. Zippers podem aproveitar este sal, pelo que deve ser tomado cuidado para manter as zíperes limpas.

-Fivelas que precisam às vezes serem abertas para se acessar os bolsos traseiros da mochila.

 

Por fim, segundo os seguintes links a mochila foi indicada uma das melhores do mercado

 

http://www.irunfar.com/2016/11/best-trail-running-gear-of-summer-outdoor-retailer-2016.html

 

http://trailrunnermag.com/gear/hydration/womens-specific-running-vests.html

Ficou lindo né!?

Gostou?

Disponível no site da loja AltaMontanha com desconto especial com cupom de minha indicação 😀

https://lojaam.com.br/mochilas/mochilas-para-hidratacao.html?manufacturer=235

 

Confere lá, e me chama!

A Trilha é de Todos

Sem título

Por acreditar no esporte,

Apaixonados pelo mountain bike, vimos o esporte crescer de uma forma monstruosa nos últimos anos, ao mesmo tempo em que esse esporte crescia notávamos que aos poucos ele perdia sua essência, perdia o propósito criado por James F. Scott, pioneiro do esporte nos anos 50.

Iniciamos nossa caminhada nos eventos de Mountain Bike, criando a Bike Time Eventos. Tentando passar aos participantes, o que realmente o esporte representa, abusamos das trilhas, subidas e descidas, mantendo a natureza intacta, pois somos apenas convidados perante sua grandiosidade.

Nossa parceria com Rxplorer – Raissa Zortea se deu por acreditar nos mesmos princípios, entender que #aTrilhaédeTodos, unimos forças e ideologias e criamos o 1º Pedal + Trailrunning região das hortênsias, evento pioneiro no estado, que vai se realizar no dia 24 de setembro de 2017, na Fazenda Sonho Meu na cidade de Canela – RS.

Da mesma forma que o MTB o TrailRunning está atualmente tomando espaço notável no cenário nacional. Pois vimos o corredor Kilian Jornet atingir o cume do Everest sem ajuda de equipamentos e oxigênio, duas vezes em uma única semana. Através disso queremos apresentar que as trilhas são para todas as modalidades!

O Evento contará com apoiadores de ambos esportes, e terá percursos de até 40km dentro da Floresta Nacional de Canela (Flona/IBAMA) percorrendo muitas trilhas dentro apenas de mata nativa.

Contará com:

  • Loja especializada
  • Apoio de motos
  • Pontos de hidratação
  • Seguro do evento
  • Local amplo para toda a família com almoço no local
  • Estacionamento
  • Local para banho
  • Fotos e vídeos com drone
  • Sorteio de brindes (Osprey é uma das apoiadoras)

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Se interessou?

Site para inscrições:

https://www.sprinta.com.br/event/15438776tnHP3d

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Base do evento:

http://fazendasonhomeu.com.br/

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http://www.sonnenhof.com.br/

 

 

46k CÂNIONS

A previsão era de frio, mas o dia amanheceu fresquinho e logo o sol tomou conta.  A geada refletia sobre os campos, aquela imagem que a gente mais gosta de ver nos aparados. A temperatura não podia estar melhor para a região. Aquela brisa gelada num um sol que aquecia. Seriam 16 competidoras femininas e disseram que eu tinha chance de pódio. Mesmo assim fui tranquila, pois minha prova alvo está próxima. O treinador nem sabia, nem tinha autorizado, mas aproveitei a prova para fazer um maravilhoso treino que vingou na classificação geral.

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Largamos dentro dos campos de charco, em 10 minutos os pés já estavam encharcados, lembrou-me muito as provas de aventura. Não existiam trilhas, eram apenas azimutes no meio de muitos campos. Muros de pedra coloniais que deveríamos pular algumas vezes, além de cercas de arame que me tiraram alguns nacos. Um trecho, que juro, assemelhava-se muito a Indomit Pedra do Baú, onde nesta última possuía vários avisos de cuidado com pontos de exclamação; porém nos cânions era apenas um tapinha no ombro e boa sorte. Um ponto negativo é que tive dificuldade em algumas marcações, elas eram um pouco espaçadas e eu míope me guiava por um colega que vestia laranja, usei o Antonio como meu marca trilha, acabei conhecendo ele ali na prova mesmo. Ponto positivo é que haviam staffs até a cavalo, primeira vez que vi isso, adorei!

Em um momento éramos 6 mulheres correndo juntas, mas ao chegar no cânion da Ronda eu continuei e acabei não tendo fotos espetaculares como das amigas que aproveitaram o momento e ficaram por lá. Segui e vinguei uma 3 colocação geral feminina, além de ter corrido com um certo estilo inusitado, no estilo do meu novo patrocinador La Sportiva, investi numa vestimenta a la Krupicka.

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Infelizmente por problemas com parque e comunidade, o Ronda foi o único cânion que passamos. Espero que tudo se ajuste para as próximas edições porque eu estou louca para voltar para ver o Funil e Laranjeiras.

No contexto geral, foi uma ótima prova para ritmar, não passamos por vales ou montanhas para subir, apenas o charco, campos, e o cenário dos aparados da serra; que me proporcionaram uma visão lindíssima da minha terra que raramente aproveito.

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Passamos por produtores de maça que nos ofereceram as frutas durante o caminho (eu fiquei encantada com os coloninhos), passamos por nascentes de rios – gelados, mas de uma riqueza inigualável, atravessamos também esses mesmos rios. E passamos uma boa quilometragem dentro do parque eólico que igualmente é de uma beleza particular.

A prova num contexto geral foi muito boa, claro que precisa ser melhorada como toda primeira edição. É preciso um acerto entre o município que quer o evento, a associação que pediu uma comunicação mais direta, tudo para poder se tornar o que se deseja; nós também desejamos. A própria associação me citou que gostaria de tentar melhorar, vamos torcer. Vou sugerir para o organizador também se aproximar dos jeeps e guias locais.

Agradeço a organização por estar investindo em maiores quilometragem dentro da nossa região, sim precisamos, e sim só crescemos juntos.

Deu ainda para curtir a fauna local e se divertir um pouco também.

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Na prova utilizei o tênis Ultra Raptor – LaSportiva, que não deixou a desejar, drenando bem e não escorregando nos limos e pedras.

Agora foco para meu maior desafio que vem em breve.