Travessia Complexo Marumbi


A travessia passou por 5 picos:

-No primeiro dia:

  • Rochedinho

-No segundo dia:

  • Abrolhos
  • Ponta do tigre
  • Gigante
  • Olimpo

Conjunto Marumbi 2

Percorreu-se a trilha azul (Rochedinho), vermelha (Noroeste) e branca (Frontal).

No primeiro dia, descemos no aeroporto Afonso Pena em Curitiba, fomos com o translado até a rodoferroviária no centro da mesma capital paranaense, para então tomarmos o trem Curitiba-Paranaguá até a estação “MARUMBI”. Previsão de chegada é algo em torno de 10h, porém sofremos atrasos chegando às 11h.

Desde a vila Marumbi fizemos uma caminhada pelos trilhos, algo em torno de 500m até o viaduto famoso do Carvalho, em frente ao túnel 5; e na sequência realizamos nossa primeira caminhada para o Rochedinho, trilha de nível fácil que pode ser realizada em 1 hora, marcação azul. No topo da mesma se vê a formação do “cachorro”, trechos da linha férrea, bem como todo maciço famoso junto da Serra.

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Ao término, descemos uma trilha colonial até Engenheiro Lange e após uma outra estrada até Porto de Cima, onde estaria nosso pouso.

No dia seguinte acordamos às 4h, para sairmos e iniciarmos a caminhada às 5h. Partimos de  Porto de Cima, o que nos tomaria umas 2h de caminhada até estação Marumbi, aproximadamente 9km em subida leve. Chegamos a base do complexo ao amanhecer, o que proporcionou fotos lindas. Para se chegar a base, ou em trem, ou de carro 4×4 até Estação Eng Lange com mais 1km de trilha colonial até a Estação Marumbi, no resto, somente a pé mesmo.

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Chegando na estação Marumbi, base do complexo, as alternativas de trilhas liberadas durante nossa visita eram apenas duas (para os picos mais altos); ou a trilha vermelha (noroeste), ou a trilha branca (frontal). Resolvemos subir uma e descer a outra.

Subimos a noroeste de nível “pesado” (que a meu ver, era mais simples que a branca de nível “médio-pesado”). Eu tive mais dificuldade com o fator ferratas, em excesso na trilha branca, exatamente por não alcançá-las, uma vez que meço 1,50m.

Iniciando a Trilha Noroeste de cor vermelha, a mesma possui um acesso primário ao pico de Abrolhos, opcional, com uma bifuração de acesso. Chegava-se nessa bifurcação com aproximadamente 1h30, após aguardamos os amigos decidimos ir ao ataque deste primeiro cume, que levou mais 30 minutos e o encontro com as primeiras vias ferratas. Em 2 horas de trilhas chegavamos a 1280m, pico dos Abrolhos.

Quando chegamos no primeiro livro de cume, a vista estava 100% aberta. Céu totalmente limpo e claro, e a visão compensou muito, era um extra de 1h no bate e volta, mas realmente inigualável. Fiquei uns 10 minutos sozinha gritando Eco naquela imensidão. A vista é completa da via férrea (túneis e viadutos) e do desfiladeiros com a Torre dos Sinos. Fora o maciço do complexo justaposto às costas de Abrolhos.

Retornamos para a bifurcação e iniciamos o ataque a Ponta do Tigre, ali se inicia o Vale das Lágrimas ou Desfiladeiro das Lágrimas, vegetação bem verde que se assemelha a um escoamento pluvial (provável nas fortes chuvas). Com formação de um túnel rochoso, é um trecho bem técnico, íngreme com algumas descidas de água e novamente mais ferratas. Quando quase se chega ao topo, passamos por dentro de algumas pedras suspensas e paredões rochosos, que honestamente parecem ter sido desenhados a mão.

Cume da Ponta do Tigre (1400m), encontramos outros grupos também na travessia, até o 3G do celular funcionava,  e é o momento do primeiro êxtase e pausa lanche. Já conseguimos ver Paranaguá, Antonina, o Oceano e muita coisa indescritível.

O próximo ataque é Olimpo até lá se passa pelo Gigante com 1497m, entre algumas subidas e descidas, cordas e charco, a trilha se une a trilha branca/frontal atingindo nosso pico máximo “o Olimpo” com 1539m.

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Após o gozo do ponto máximo, estimamos entre 3h a 4h para a descida. Acabei realizando em 3h em um ritmo sem descanso. Porém com certa dificuldade para descer a trilha frontal, branca, em razão da minha estatura.

Conseguir alcançar as ferratas eram movimentos bem limitados no meu caso, dos quais necessitei de auxílio e orientação; algumas eram negativas, sem corda ou equipamento de segurança, o jeito era ter todo cuidado possível.

Quase no final da descida branca chegamos ao rio taquaral e cachoeira dos marumbistas com direito a um banho, antes do anoitecer. Com mais 45min finalizamos a trilha branca retornando a estação Marumbi. O desgaste era grande, mas não podíamos esquecer que haviam ainda os últimos 9km de descida em estrada até Porto de Cima.

Demoramos 15h em tempo bruto para realizar todo trajeto, com as pausas; tempo líquido ficou algo em torno de 12h saindo e retornando a Porto de cima. Conforme figura abaixo.

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E 8h de tempo líquido apenas de travessia Marumbi saindo e retornando a Eng Lange.

https://www.facebook.com/rzortea/videos/10210865797313864/
Fomos na páscoa, segunda semana de abril, e o tempo colaborou consideravelmente.

Marumbi vale muito! Aprovado e recomendado!

Agradeço especialmente ao Clunc e ao Sol de Indiada por nos ter proporcionado essa experiência incrível!

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P.s. Ainda deu para conhecer novos aventureiros amigos! Eu intrusa na foto da galera dos Sem Limites!


A mochila utilizada foi a REV6 da Osprey

Visitando Bonito/MS

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Bonito é um destino que agrada gregos e troianos, sua beleza da mais selvagem, aventureira e familiar tem doses para todas as idades. Tem passeio para todo mundo. Outra coisa que impressiona é a quantidade de estrangeiro, aliás mais estrangeiro do que brasileiro. Conversando com um local este me citou que muitos vêm por Corumbá após visita pelo Peru e Bolívia. Também me explicaram que o mapeamento da área foi feito por um francês e por isso a fama difundida na Europa e a quantidade absurda de franceses pelas ruas.

Bom eu voei até Campo Grande pela Gol, no retorno utilizei o único voo sem mudança de aeronave até Porto Alegre, “apenas” com duas escalas, uma em Maringá e outra em Curitiba, o que evitou transtorno com conexões, mas confesso que foi talvez mais cansativo que da ida onde fui com conexão por SP.
Se você tiver mais sorte há também voos pela Azul até Bonito quartas e domingos. O que evita um transfer de 4 horas entre as mesmas cidades. Digo sorte pois os preços não são tão camaradas então é bom ficar de olho para encontrar algo viável. O transfer via Campo Grande também tem um custo de R$ 100,00 por trecho, portanto compute esse valor. Ainda mais econômico que o transfer é um ônibus semi-direto de apenas 6h!

Chegando em bonito eu fiquei no Bonito HI Hostel, muito bom mas com um porém, a distância. Fica uns 25 min a pé do centro – 15 quadras, sendo que há ainda outros dois hostels e diversas pousadas bem mais centrais. Mas honestamente conheci muitas pessoas por lá, e não tive do que reclamar. Uma francesa que conhecemos ficou no Papaya, 4 quadras do centro, o elogiou também. Há ainda o Ecological hostel umas 7 quadras do centro. Importante isso pois tudo é a pé dentro da cidade.

As reservas eu fechei com a Bonitour, excelente empresa aparentemente a mais forte da cidade, super organizada e totalmente pontual, até demais! Nosso motorista Junior era uma pessoa excelente, brincalhão e dizíamos que estávamos no Safari ecológico pois qualquer animal que ele avistava nos mostrava da van: tatu, tamanduá, seriema, etc. Inclusive como eles, os locais, já até sabem onde os animais estarão, comentava que já tinha até respondido o WhatsApp para o tamanduá nos encontrar. Acostume-se os locais são muito brincalhões, tudo é piada, crie o filtro e não saia acreditando a toa, porém se divirta.
A escolha da empresa é talvez gosto, pois os preços dos passeios são todos tabelados, não haverá mudanças, o máximo para se negociar é no transporte. Através desse link você pode consultar os preços da baixa temporada que está terminando agora dia 9 de julho.

https://bonitour.com.br/

Vou dizer que não errei em ir em junho, talvez tenha sido sorte, mas apesar dos preços mais baixos, os hotéis mais acessíveis, peguei ótimos dias e qualquer problema que eu havia, para trocar de passeios era tranquilo em encontrar vagas em outros horários. Sim a Bonitour cansou de modificar a minha agenda, todo dia a Raissa tinha alguma ideia genial! Todos já me conheciam: Duracell.
Ocorreu pois eu desconhecia alguns passeios por exemplo da Lagoa Misteriosa, esta que é aberta para visitação somente no inverno, uma vez que algas crescem no período do verão. Uma colega de tour me comentou e disse: vá sem falta! E lá fui eu.

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O interessante é escolher um tour de cada tipo. Um de trilhas e cachoeiras, um de flutuação, um de boia ou arvorismo, etc. Caso goste repita, mas as opções são milhares!

A minha lista foi:

– Boca da onça trilhas e cachoeiras com rapel.
– Abismo anhumas, rapel e flutuação
– Rio da prata com flutuação
– Mergulho na lagoa misteriosa
– Pantanal – Fazenda San Francisco
– Observação da lagoa da gruta azul
– Passeio de bote

Consegui fazer um pouco de cada, e ver as diversas fazendas. Ainda muito elogiado é a flutuação no rio sucuri, trilha e cachoeiras da lagoa mimosa e o buraco das araras.
A maioria dos passeios são em propriedade privada, e algumas pertencem ao mesmo dono como rio da prata, lagoa misteriosa, buraco das araras e estância mimosa.
Alguns têm grau de dificuldade alto, como o abismo anhumas mas se você acha que consegue e por algum acaso algo lhe ocorra, não se preocupe, eles te rebocam rapel acima.
Então iniciei com a observação da gruta lago azul, uma das únicas áreas pertencentes ao município, lá você terá uma verdadeira aula de geologia, mas bastante interessante. A tarde fui no passeio de bote, bastante tranquilo, o interessante que como era inverno as sucuris estavam penduradas nos galhos das árvores, vimos 3. Uma filmei e está no vídeo a seguir.

No segundo dia fui até a boca da onça, tem esse nome pois na cachoeira, maior do estado do MS, está desenhada a face de uma onça, de boca aberta. Você pode fazer o rapel em conjunto, caso queira decidir na hora, pode se comprar lá mesmo. Senão, sem rapel, o custo do passeio se reduz consideravelmente.
Eu fiz, é legal, mas a desvantagem é que você precisa fazer em conjunto com alguém, se estas sozinho irá com um desconhecido, que talvez atrapalhe um pouco sua visão. O rapel pode ser observado no video a seguir.


Há diversas paradas para banho durante a trilha, primeiro na própria cachoeira da boca da onça, ponto de água mais gelada, depois em uma mini praia de cascalhos, seguindo outras diversas cascatas. Ponto alto para o buraco do macaco e poço da lontra. Ambas com passagens subterrâneas para cavernas. É uma surpresa, mergulhe.

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Para o terceiro dia eu tive abismo anhumas, esse é um dos carros chefes de bonito, meu irmão que visitou há mais dez anos atrás já havia feito esse passeio, quando bonito ainda não era essa Bonito. Você desce inicialmente um rapel de 73m, em uns 5 minutos você estará lá embaixo. Uma caverna com muitas formações geológicas, novamente estalactites e estalagmites, as pirâmides, cortinas entre outras formações que serão explicadas em um breve passeio de bote. Não há vida animal lá embaixo, porém encontram-se ossadas de animais que caíram. Após o bote, prepara-se para o mergulho. Se você possui curso de mergulho pode fazer o cilindro, mas não vejo vantagem, é bastante caro, um ambiente escuro e novamente sem vida animal. Eu fiz a flutuação que já lhe dá visão completa da gruta. Bom após toda visita devemos subir o rapel de volta, na realidade para mim esse foi o ponto alto do passeio. Sim, o esforço físico será o maior que irá realizar em todos os passeios. A subida dos 73m dura em média de 20 a 30 minutos. É uma sequência de legpress continua o que exige bastante da força abdominal. Cansa. Mas parece que por ser mais lento você curte mais o visual, presta mais atenção em detalhes e inclusive no reflexo da coloração do lago.

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Para o quarto dia tivemos flutuação do Rio da Prata e mergulho com cilindro na Lagoa Misteriosa, ambos ficam dentro da mesma fazenda, bem como o Buraco das Araras, portanto é fácil combinar esses passeios no mesmo dia.
Sobre o Rio da Prata, bom: espetacular. Flutuação naquela água cristalina com temperatura de 25 graus. Vi dois cardumes sendo um de pacu e outro de curimba. Fora isso você verá muitas piraputangas, dourados, piau das três pintas, lambaris, etc.

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Pela tarde mergulhei na Lagoa Misteriosa, misteriosa pois até hoje se desconhece a profundidade dela. Um mergulhador entrou na gruta e chegou ao máximo de 220m de profundidade.
Bom e lá vamos nós naquele azul profundo, de novo sob o mesmo efeito do magnésio e cálcio que precipitam a matéria orgânica e mantém a água cristalina. Além o espectro azul ser a onda curta primeira a ser refletiva pelas moléculas de água. No fim, a sensação é que ao flutuar você esteja voado se observares de dentro da lagoa.
Por lá verás também o peixe muçum que parece ser uma cobra.

Confira no video.


Ao fim encerrei com um último passeio pelo pantanal sul-mato-grossense. Apesar de ser 2 horas longe de Bonito, as atividades fogem do padrão e são bastante divertidas. Pela manhã há um passeio para registro fotográfico dos animais. Gaviões (belo, fumaça, carijó), garças, tuiuiús, soco-boi, curicaca, tucanos, araras, sucuri, cervo do pantanal, capivaras, jacarés e ainda tivemos a sorte de ver uma ave rara a garça azul, coitada sendo perseguida por um gavião. Resumindo, um currículo enorme de animais. E sem cansar a tarde ainda vimos uma família de ariranhas. Pois bem, à tarde o passeio foi em uma chalana no rio Miranda. Lá realizamos a pesca de piranhas, acredite eu consegui pesca, com uma vara artesanal, e após perder uns vários peixes consegui fisgar a piranha. Essa com outras pescadas por nós, realizamos uma atividade para atrair outros animais, como o Gavião belo que comeu duas, uma garça é um jacaré. Realmente bastante interessante, uma vez que a garça nos circulava há horas já sabendo do seu prêmio.

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No video a seguir, a brincadeira do jacaré com a piranha.

Fora isso fomos também na fábrica de cachaça Taboa experimentar os 20 tipos de cachaça da marca. Mas, sem dúvida a melhor é o tradicional que pode ser encontrada também no bar na avenida principal, onde ao som de uma musica ao vivo ha janta e petiscos. O interessante da fábrica foi ver o artesanato por eles produzidos, mas a um custo de visita de R$ 35,00.

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Eles te darão um pedaço de argila para fazer sua própria arte e então pendurá-la na parede como marca da sua visita, no bar as pessoas assinam por tudo ao invés, na parede,  nas cadeiras inclusive, no chão.

Nossa marca:

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Outro restaurante recomendável é a Casa do João, eleito o melhor do centro-oeste, com comidas típicas também oferece cerveja artesanal de mandioca.
O que dizer, sai de Bonito totalmente satisfeita.

O que faltou fazer? Bom, faltou eu tomar a tal de Tubaína que me prometeram no Abismo rsrs, fica para próxima visita ao Mato Grosso do Sul ou por onde existir…

Bom não poupe energia por lá, é compensador. Se abra para conhecer as pessoas, a oportunidade é fácil e fiz amizades maravilhosas.

Bonito é beleza, é Brasil.

Cascata Boca da Onça

Cascata Boca da Onça

Deseja ver mais fotos? Acesse esse link

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If you’re going to San Francisco

Olá galera medonha! Acredito que eu aguardei uns dez anos para poder usar essa frase! E então, agora eu fui! E posso te dizer tudo de bom dessa cidade dos sonhos!

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Eu cheguei de carro pela Pacific Coast Highway, a famosa e linda estrada via Carmel e Monterey. Eu fiz ela completa mas quem tem menos tempo eu recomendo o trecho Obispo-Carmel que com certeza é o mais intrigante. Se você quer a melhor vista, faça descendo de SF a LA.

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Aluguei um carro Cabrio, bom você está na California então entre no clima. Cheguei a SF dirigindo e fui direto para a Golden Gate. Parei em todos pontos de visitação, esse é o sensacional da ponte, você pode, vê-la, revê-la e quando enjoar vai continuar a vendo! Há um antes de atravessá-la, outro depois (primeira saída a direita), e a vista do morro de Sausalito (segunda saída a direita), você deve pegar a saída da Alexander Ave e fazer o retorno pelo túnel por baixo da freeway. Suba a Conzelman Rd e a partir dali curta a vista!

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Deste mesmo lado se você continuar um pouco mais para dentro do Parque você também encontrará as Sequoias Gigantes no Muir Woods.

Visite o Golden Gate Park também. Lá perto existe a Moraga Steps na própria Moraga St com a 16th Ave.

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Subindo você chega ao Grand View Park que te da um panorama da cidade voltada para o Pacífico.

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Se você estiver dirigindo procure o mapa da 49 Mile Scenic Drive. Você pode acessar o mapa através desse link:

http://www.sftodo.com/scenic-49-mile-drive.html

O panorama free da cidade é o Twin Peaks, mas para chegar lá provavelmente você terá que ir de carro. Aproveitando ainda a deixa do carro, fui também a Treasure Island para uma visão da Bay Bridge. Lá se você for a Forest Rd você consegue se por acima da Ponte e ter uma visão bastante diferenciada.

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Entrando na cidade a primeira coisa que você deve fazer é andar de bondinho! Eu comprei o bilhete de três dias livre – US$28, pois o passe único é US$6, então eu girava o tempo inteiro pelas linhas. O transporte público em SF funciona então não há necessidade de haver um carro pela cidade, até porque estacionar por lá é um grande problema.

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Eu iniciei andando pela linha Powell – Mrk St. A saída da Market St. é a mais famosa e dependendo do horário as filas são quilométricas, portanto vá cedo, algo entre 8-9h você não espera nem 10min. A partir dessa linha há dois destinos, um é o Fishermans Wharf o ponto final é próximo ao Pier 39. E a outra linha Powell-Hyde vai até Ghirardelli Sq. Na realidade tanto faz, pois chegando ao Porto você caminhará toda orla. Coma um sorvete na Ghirardelli, vá até a Boudin na Jefferson St e experimente a sopa de crab no pão, e não deixe de visitar o Pier 39 também. A partir dali com o tram F você poderá ir também até o Ferry MarketPlace. Na frente há um relógio que toca de hora em hora. Dali você conseguirá ver também a noite as animações na Bay Bridge que se ilumina fazendo desenhos e imagens.

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Também do Pier 39 sai o ônibus 39 que te leva para a Coit Tower, o famoso panorama , porém a entrada é paga.

Da Ferry Plaza passa o bondinho California que te leva até a Catedral Grace, linda pelos seus vitrais.

Não deixe de ir ao Cable Car Museum, a entrada é franca e é aonde ainda funcionam os maquinários que movem os bondinhos da cidade. É também o estacionamento e a casa de maquinas.

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Claro que não pode faltar as visitar clássicas como da Lombard St., do qual o bondinho Powell-Hyde passa no topo.

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Além do passeio a alcatraz (compre com antecedência).

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O Palácio das Finas Artes também é uma ótima pedida ao lado do presídio pode ser visitado de bicicleta, entre pelo Gate Presidio,  e quem quiser pode ainda dar uma puxada dali até a Golden Gate pedalando pelas ciclovias. Sim a Golden Gate possui uma via pedonal e uma via ciclística, caso você pedestre também queira atravessa-la. Por isso, a possibilidade da passagem de pedestres a tornou também famosa pelo alto índice de suicídios. A ponte possui até um sistema de segurança para evitar novos pulos.

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Reserve um dia para fazer um walk tour pelo centro, existem vários free tour. Parta da Union Sq., vá a China Town, Little Italy e Financial District.

O atual Bank of America foi criado por um Italiano chamado Amadeo Giannni, foi ele quem financiou as obras da Golden Gate e em frente ao Transamerica Pyramid está a primeira sede do banco, construído em 1908 possui a fachada em granito e o seu interior imita o design de uma caixa de joias com piso em mármore branco e folhas de ouro. Endereço: Bank of Italy Building, 552 Montgomery Street, San Francisco.

A última sede, Bank of America Center, também conhecido como 555 California Street, uma vez que o  banco foi transferido de SF, foi construído todo em mármore importado da Itália. Contam que haviam encomendado mármore rosa e quando chegou haviam enviado tudo na cor marrom. É um dos arranha-céus mais altos do mundo.

E a ultima curiosidade conta que a Transamerica Pyramid possui este formato para nunca incidir sombra dela mesma sobre sua estrutura.

Para encerrar outro ponto lindo para se conhecer e observar o por-do- sol é no Sutro Baths.

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Belém do Pará

Belém do Pará

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Para os que não sabem, sou gaúcha e numa dessas minhas empreitadas para o exterior, dizendo que era brasileira, mais de uma vez me questionavam alguns pontos chave do nosso país. O que mais me martelava era sempre a mesma pergunta, de como era o Norte do Brasil, o rio Amazonas, a Amazônia etc. Era complicado responder que eu vivia exatamente na outra extremidade, e que não fazia menor noção de como era. A partir daí resolvi investigar melhor meu próprio país. Em razão até de conhecer capitais em diversos países e não conhecer a do meu.

Belém é a metrópole localizada mais ao norte do Brasil, possuindo também a segunda maior densidade demográfica da Região.

Em seus quase 400 anos de história, Belém vivenciou momentos de plenitude, entre os quais o período áureo da borracha, no início do século XX, quando o município recebeu inúmeras famílias europeias, que influenciaram grandemente a arquitetura das edificações locais, ficando conhecida na época como Paris n’América. Hoje, apesar de ser cosmopolita e moderna em vários aspectos, Belém não perdeu o ar tradicional das fachadas dos casarões, das igrejas e capelas do período colonial.

Conta com importantes monumentos, parques e museus, como o Theatro da Paz, o Museu Paraense Emílio Goeldi, o parque Mangal das Garças, o mercado do Ver-o-Peso, e eventos de grande repercussão, como o Círio de Nazaré.

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Belém também é conhecida como cidade das Mangueiras, por todas as ruas há pé de mangueira, e quando cai um do céu, não se surpreenda, é normal. Contam que a maioria dos carros possuem batida das mangas e já houve gente morta por uma mangada na cabeça.

Fui visitar um amigo e quando cheguei a sua casa me surpreendi com duas coisas. Primeiro havia somente o registro de água fria na ducha, até parei para questionar onde ficava a água quente, ou o próprio chuveiro elétrico, mas depois que ele riu eu entendi. Tive que aprender a tomar banho gelado. E em segundo lugar era seu pai que dormia em uma rede todas as noites.

A brisa de Belém era maravilhosa em abril, bastou abrir as janelas à noite que se dormia perfeitamente. O clima é bem úmido, mas digamos que suportável. Quando saímos para passear fizemos tudo em bicicleta, até por razão de ser um feriado, o trânsito estava bem seguro.

Iniciamos pelo Complexo Turístico ver-o-rio, após uma breve passagem fomos para a Estação das Docas onde estacionamos nossas bikes.

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Um ambiente maravilhoso, histórico, com bares, lojas e restaurantes, similar a um Puerto Madeiro com o aproveitamento do inativo cais. As antigas gruas ainda estão por lá e dão um ar muito gracioso ao ambiente. Perfeito para se sentar no fim de tarde e curtir o por do sol. Uma maravilhosa dica é ir no bar da Amazon Beer, uma cervejaria artesanal, local e premiada, que utiliza o sabor de frutas amazônicas na produção de diversos estilos de cerveja.

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Próximo dali fomos caminhando até o Mercado Ver o Peso. Pausa. Devo dizer que foi um dos mercados mais surpreendentes que eu estive em toda minha vida. De verdade. Porque ali você encontra tudo, tudo mesmo. Vendiam todas modalidades de açaí, entre outras frutas amazônicas, de castanhas do Pará (ainda na castanha e/ou cruas), animais dos mais inusitados, e o mais legal de tudo: os cheiros. Quase ganhei um cheiro para “amarrar um homem”, mas preferi esperar do destino, rsrs.

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Como o mercado está aterrado em uma área que era formada pela foz de um igarapé, na época de cheia do rio, a água invade a praça do relógio e cenas inusitadas como esta se vê por lá.

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Recolhemos as bikes e continuamos até a Catedral Metropolitana. Ao lado encontra-se o Museu da Casa das Onze Janelas, com belos jardins, e o Complexo Feliz Lusitânia.

Continuamos nosso roteiro pela R. Siqueira Mendes com varias casinhas históricas e R. Dr. Assis com o Palacete Pinho tombado pelo IPHAN.

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Ao fim nos encaminhamos ao Parque Mangal das Garças, com entrada franca, apresenta uma torre panorâmica, chamada Farol de Belém. A partir do pavilhão central, numa elevação que avança sobre a vegetação nativa e dá acesso a uma passarela de 100 metros sobre a várzea, permitindo uma vista ampla do rio Guamá e do centro histórico de Belém. Além desses pontos há o viveiro de aves, orquidário, borboletário.


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Pode se observar vários animais típicos como iguanas soltas e as próprias garças.

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Terminamos nosso tour comendo um bom açaí no “Point do Açai” na Rua Veiga Cabral. Meu prato veio acompanhado de carne seca e adorei comer o açaí com a farinha de tapioca em grãos típico deles. Minha bebida foi uma CERPA, cerveja típica do paraenses.

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À noite fomos a Icoaraci, um bairro de Belém, onde se encontram as cerâmicas marajoaras. A noite na orla de Icoaraci é bem agradável com barzinhos a beira do rio, uma maravilhosa brisa e uma incrível vista.

No dia seguinte fomos a Mosqueiro, praia de água doce do qual os naturais de Belém frequentam. Era época de cheias e a tradição dizia que devíamos sentir 3 ondas respingar em nós para fazermos um pedido.899941_10200344598050458_664088384_o

Resumindo: tudo, absolutamente tudo, foi muito novo para mim. E quem me conhece sabe que adoro girar esse mundo. A dica fica para reservarmos um pouquinho mais do nosso tempo para conhecermos melhor nosso Brasil e as diversas culturas, que nos transforma nesse país cheio de riquezas!

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SICILY – ENGLISH VERSION

SICILIA

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Sicily is the largest island in the Mediterranean Sea; along with surrounding minor islands, it constitutes an autonomous region of Italy, and it is officially referred to as Regione Siciliana (Sicilian Region).

Sicily is located in the central Mediterranean. It extends from the tip of the Apennine peninsula, from which it is separated only by the narrow Strait of Messina, towards the North African coast. Its most prominent landmark is Mount Etna, which, at 3,350 m, is the tallest active volcano in Europe and one of the most active in the world. The island has a typical Mediterranean climate.

Sicily has a rich and unique culture, especially with regard to the arts, music, literature, cuisine and architecture. It also holds importance for archeological and ancient sites such as Valley of the Temples in Agrigento. Sicily has a roughly triangular shape, which earned it the name Trinacria.

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Three sides and three seas. Because of that you are going to see three-legged as symbol of the region.

Frommers give you a free online recommendations:

http://www.frommers.com/destinations/sicily/, from there we made our map, actually we started from Messina, but I going to explain each step.

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So we arrived in Rome city, and from there we took a high speed train to Reggio Calabria, the toe of the boot. It was something around 6 hours (long trip), but from train you can see everything of Italian coast. Look for trains at http://www.trenitalia.com  freccias are high speed.

Strait of Messina divides Reggio Calabria from Sicily. From there you take a boat and arrive to Messina. So from here we started our round trip. There we rented our car (to return in Palermo).

SO MUCH attention with taxis there! They are really crafty, know exactly where are you going, distance, way, to not be confused.

Sicily offers such a wealth of sights and places to see that narrowing down your choices can be difficult. I will show what I’ve done. Very closely that Frommers suggest in 2 weeks tour.

Messina is one of the three leg point. And if you want to go there is called Tore Faro, we went by road Panoramica dello Stretto, really beautiful. We combined in one day with city tour. Go to Santuario del Montalto, with panoramic view of all Messina.

The next day we went to port of Milazzo to take a cruise until Aeolian Islands.

We went by TARNAV. http://www.minicrociere.tarnav.it/minicruises/

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The Aeolian Islands in the Tyrrhenian Sea, to the northeast of mainland Sicily exhibit a volcanic complex including Stromboli. Currently active also are the three volcanoes of Vulcano, Vulcanello and Lipari, usually dormant. The classic cruise usually stops at Lipari and Vulcano. At Volcano you have 3 hours to do a trekking up Volcano.

The next day we left early to arrive in Taormina (just one hour by A18), definitely the most beautiful city of Sicily and of sure the most expansive too. We stayed in one of the best places there: Grand Timeo Hotel. They have of sure the best view of the city, and also a transfer which takes you up its private beach in the other hotel of chain: Villa Sant’Andrea. We had lunch there and went to the beach with all services included. To return we took the cable car, in front of this hotel who left us at Corso Umberto in Porta Messina, the main street of commerce. You can go walking until Porta Catania, passing through piazza IX Aprile (amazing!) and Piazza Duomo.

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Next to Grand Timeo there is the Teatro Grego, one of the best known monuments of Sicily. Was built in roman age, from there you can see the Giardini Naxos and Etna.

The 4rd day we went to Etna Mount, fundamental part of the landscape and nature, biggest volcano from Europe. Is defined as a huge house cat that purr quietly and occasionally wakes. On the way we stopped at Zafferana Etnea in a winery there to have lunch Tenuta San Michele, and to see the volcanic eruptions from 1992. We went until Valle del Bove and there you can see the different strains from the volcano. Prepare a jacket because upon the hill is quite cold, there is a difference of about 20 degrees.

We slept in Catania where we do just a quick city tour, also a very beautiful city. And went to Noto and Siracuse.

Noto is city heritage of humanity. After an earthquake of 1693, Noto has turned into a huge construction site. Architect like Rosario Gagliardi, Vicenzo Sinatra and Antonio Mazza remade Noto in a baroque city with amazing palaces and churches.

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Next stop: Siracuse and Ortigia. With the other Teatro Greco, Ara di Ierone and l’Orecchio di Dionisio il parco archeologico has several arches which were taken from the calcareous rocks of construction of the city. For centuries the galleries were prisons. One of the most imposing is the Orecchio di Dionisio.

At Ortigia you can find the Tempio di Apollo and the Baroque Duomo of Siracuse in all white rocks that on sunny days shines before your eyes.

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Leaving Siracuse we return to Catania to take the road A19 passing for Enna (in Enna there is an outlet with Dolce Gabbana and others Italians brands!!). Arriving in Agrigento you already see from far away the Valley of Temples.

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Valley of Temples known especially for its value as a witness of the civilization of the Magna Greece, also houses the remains of Christian civilization .There is so much to see, so take the necessary time. Do not miss seeing: Museo Archeologico, Tempio della Concordia e Tempio di Giunone. The next day we went to my favorite destination throughout the tour: La Scala dei Turchi, is a rock face (crag) which rises above the sea along the coast of Realmonte , near Porto Empedocle.

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The scale consists of marl, a sedimentary rock of limestone and clay, with a distinctive pure white color. This unique aspect of the cliff stands in the middle between two sandy beaches, and access must proceed along the coast and climb a slope resembling a large natural staircase of limestone. Once you reach the top of the cliff, the visible landscape embraces the coast of Agrigento to Capo Rossello, else tied to the deeds of Montalbano. The scale of the Turks has a wavy shape and irregular, with no harsh lines but sweet and rounded. The name comes from the past of piracy raids by the Saracens, Arab nations and, by convention, Turkish pirates, in fact, found shelter in this area less windswept and representing a safer landing. From there we went to nordoccidentale part finishing the tour.

The first city was Castellamare del Golfo in Tireno sea, has been a location for various films, with beautiful beaches. After there we went to Cefalú, medieval city, at the foot of a rocky promontory. It is one of the major tourist attractions in the region. Despite its size, every year it attracts millions of tourists from all parts of Sicily and also, from all over Italy and Europe. In summer the population can triple, making the main streets and major roads in the country crowded. There is then a youthful atmosphere and a lively nightlife. Of Greek foundation, the city evidently derived its name from its situation on a lofty and precipitous rock, forming a bold headland projecting into the sea.The main tourist point is the Duomo, and also Cefalu was scenario of the film Cinema Paradiso.

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To end our script Palermo and Duomo di Monreale.

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Duomo di Monreale was the apex of Arab-Norman. Founded in 1174 by Guglielmo II, was flanked by a Benedictine monaster . Enclosed by two massive towers linked by an elegant portico, is famous for its sumptuous interior, with golden mosaics representing episodes from the Old Testament. The cloister of the monastery has Arab arches decorated with geometric designs, 228 white marble columns culminate in capitals that tell biblical episodes. Enjoy because Sicily is a cheap destination compared to rest of the Mediterranean sea, and its beaches are so good, if not better than rest. Summer is the best season, but try to avoid the month of August.

Restaurants

I recommend one restaurant in Cefalu, the Scoglio Ubriaco. Via Carlo Ortolani di Bordonaro, 2-4. One local take us there and it was really great! The name says that the rocks it’s drunken, because sometimes the rock appears and sometimes disappears through the waves. With an incredible visual provides a more pleasant meal.

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In Agrigento Trattoria dei Templi ,Via Panoramica valle dei Templi 15.

Hotels

The hotels in Taormina are the best in Sicily. All price ranges are available, with accommodations ranging from army cots to sumptuous suites. If you’re driving to a hotel at the top of Taormina, call ahead to see what arrangements can be made for your car. Ask for exact driving directions as well as instructions on where to park—the narrow, winding, one-way streets can be bewildering once you get here.

The best place to stay in the Siracusa area is on Ortigia. The island has far more character and charm than “mainland” Siracusa. However, the countryside near Siracusa is an increasingly popular zone for villa rentals, which are a great way to enjoy this region, especially if you are traveling with kids or other couples. The feverish restoration work on historic buildings all over Ortigia has also resulted in a surfeit of short-term holiday lets and B&Bs with lots of character.

Choose your hotel carefully in Palermo. Safe, central locations are an important consideration in this town. Luckily, even the ritziest hotels in Palermo will cost you about 50% less than the same standard of accommodations in Rome or Florence.

5 TERRE – ENGLISH VERSION

5 TERRE

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Italia, Bella Italia. One of the countries most sightseeing in the world! Among the most quoted and desired, everyone want to know at least one Italian city throughout his life. Rome, Venice, Florence, Milan. Ranging from taste to taste … but what really should be included as a mandatory script in your backpack is 5terre .

5 Terre – World Heritage of Humanity

Located on the Riviera Ligure between Levanto and Portovenere, comprises the communes of Monterosso, Vernazza, Riomaggiore with the districts of Corniglia and Manarola. Are characterized by mountainous terrain near the sea. Typical of this area are the terraces due to the particular agricultural technique used to enjoy as much as possible the land with great inclination.

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Given the little endowed with road infrastructure location, the easiest access is by rail. All five locations are arranged on the railway line Genoa -La Spezia and have a station (buy one ticket and enjoy stopping in each city), or make the path by traditional Sentieri (trekkings) that connects them. The main one being via dell’amore or love road, which refers to history of being connected to the railroad and was used in the early 1900s to deposit the shooting powder used in the construction between Riomaggiore and Manarola. A stretch of approximately 1 km between the two cities reveals the charm and an air of eternal Italian romanticism.

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The best way to visit Cinque Terre is on foot walking through the so-called “sentiero azzurro (SVA) ” (about five hours).

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But for the more adventurous explorers and recommend the ” sentiero delle alta via delle Cinque Terre (AV5T)”.There are also proposals on rings, all routes can be checked by the next figure

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And also by the official link:

http://www.parconazionale5terre.it/sentieri_parco.asp

Detailing stretch time stretch , which are released , distance , etc.The entrance to the Parco , has a cost of 5 euros. The best way to reach the area is via train frim Genoa or from La Spezia. There are many hostels within the 5 Terre, but with a more expensive cost. If you stop or in Levanto or Portovenere may you pay a more affordable price. There are also many campsites in the region and you might not want to pay for one, so you can camp amid the high trails (discreetly).

Eat in the villages is the best thing to do! We bought pizza and white wine (cold one), also a beer, in local businesses and went to the edge of the cliffs eat. Delish! There is nothing better, than food, that Italy can offer you !!!

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Enjoy and go in the summer, so you go to the beaches (wonderful) , but avoid the month of August, especially the week of the 15th. But if you want a lot of movement, mess, party, fireworks, full moon, this is the best date it.

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Try to speak a little Italian, their behavior changes, and become the most charismatic people of the earth. I confess that I am Italian (body and soul), I can´t deny, and since I learned the Italian language my relationship with the Italian people completely changed.

Allora, fai il bravo!

I lived two years in Italy and met almost all country, and we can answer the first question again. What are the best places to see in Italy? 5terre certainly is in the top 3, perhaps dividing position with the Amalfi Coast.

People who go to Florence generally go to Pisa too, I say and repeat, Pisa has nothing beyond the tower. If time is short  skip Pisa and go to 5terre!

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The only train that arrive there are regional, no high-speed trains! So search in http://www.trenitalia.it and don´t forget to “convalidare” your ticket .

Buonviaggio! Ci vediamo presto!

Portuguese version:

https://rxplorer.wordpress.com/2014/12/11/5-terre/

5 TERRE

5 TERRE

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Itália, Bella Itália. Um dos países com maiores visitas turísticas do mundo! Entre os mais cotados e desejados, não é a toa que todo mundo tem o desejo de conhecer ao menos uma cidade italiana em toda sua vida. Roma, Veneza, Florença, Milão. O que varia de gosto para gosto… mas o que deveria realmente estar incluído como roteiro obrigatório no seu mochilão é 5Terre.

5 Terre – Patrimonio Mundial da Humanidade

Localizado na Riviera Ligure entre Levanto e Portovenere, compreende as comunas de Monterosso, Vernazza, Riomaggiore com os distritos de Corniglia e Manarola. São caracterizadas pelo relevo montanhoso próximo ao mar. Típicos desta zona são os terraços devidos à particular técnica agrícola usada para usufruir tanto quanto possível os terrenos com grande inclinação.

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Dada à localização pouco dotada de infraestrutura de estradas, o acesso mais fácil é por ferrovia. Todas as cinco localidades estão dispostas sobre a linha ferroviária Gênova-La Spezia e possuem uma estação (compre o bilhete único e usufrua parando em cada cidade), ou então faça o trajeto pelos tradicionais sentieri (trilhas) que os conecta. Sendo a principal delas via dell’amore ou estrada do amor, que remete a história de ser ligada à ferrovia e era usada no início de 1900 para depositar o pó de disparo utilizado na construção entre Riomaggiore e Manarola. Um trecho de aproximadamente 1km entre as duas cidades que revela os encantos e um ar de romantismo eterno italiano.

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O melhor modo de visitar Cinque Terre é a pé percorrendo o assim chamado “sentiero azzurro (SVA)” (cerca de cinco horas).

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Porém para os mais aventurosos e desbravadores recomendo o “sentiero delle alta via delle Cinque Terre (AV5T)”. Também existem propostas em anéis, todas vias podem ser verificadas pela figura

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E também pelo link oficial:

http://www.parconazionale5terre.it/sentieri_parco.asp

Que detalha tempo trecho a trecho, quais estão liberados, distância, etc.

A entrada no Parco, possui um custo de 5 euros.

O melhor modo de se chegar à região é via trem ou de Genova ou de La Spezia. Existem muitos hostels dentro das 5 Terre, mas com um custo mais oneroso, se você parar ou em Levanto ou em Portovenere poderá pagar um preço mais acessível. Também há muitos campings na região e se você talvez não queira pagar por um, então dá para acampar em meio às trilhas altas (discretamente).

Se alimentar nas cidadezinhas é a melhor coisa que tem! Compramos pizza e vinho branco (gelado) nos comércios locais e fomos para a beira dos precipícios comer. Delícia! Não existe nada melhor que a Itália possa lhe oferecer!!! Curta e alimente-se muito bem!

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Aproveite e vá no verão, assim você aproveita as praias (maravilhosas), mas evite o mês de agosto, principalmente a semana do dia 15, que é praticamente o carnaval deles. Agora se você quiser muito movimento, bagunça, festa, fogos, luais em lua cheia, essa seria a melhor data mesmo.

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Arranhe falar um pouco de italiano, o comportamento deles muda, e se tornam as pessoas mais carismáticas da terra. Eu confesso que sou Italiana de corpo e alma, não dá para negar, e desde que aprendi a língua italiana meu relacionamento com o povo mudou completamente.

Allora, fai il bravo!

Eu morei dois anos na Itália e conheci praticamente a mesma de cabo a rabo e posso lhe responder novamente a primeira indagação. Qual são os melhores lugares para se conhecer na Itália? 5terre com certeza está nos top 3, talvez dividindo posto com Costa Amalfi.

As pessoas que vão a Florença geralmente fazem roteiro junto com Pisa, digo e repito, Pisa não tem nada além da Torre e te ocupa no máximo 2hrs de visita. Se o tempo é curto, pule Pisa e vá a 5Terre!

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Os únicos trem que chegam lá são regionais, nada de trens de alta velocidade! Portanto, vasculhe o www.trenitalia.it e não esqueça de “convalidare” seu bilhete.

Buonviaggio! Ci vediamo presto!

English version:

https://rxplorer.wordpress.com/2014/12/11/5-terre-english-version/

Viajar Sozinho

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Hoje li uma coluna sobre viajar sozinho, e a visão como primeira experiência da blogueira Amanda Noventa que publica no Estadão, gostei da visão dela como pré-experiência, e resolvi colocar a minha pós-experiência também.

Sozinho e solidão não são sinônimos, não ao meu ver. Pelo contrário é se reencontrar consigo mesmo, é reconhecer sua própria companhia. Você planejou o seu roteiro, tem noção dos seus trajetos, não coloca tanta expectativa e tudo que acontece inesperadamente é lucro.

Deixe-se envolver, estar num hostel é vivenciar com o meio, conhecer novas pessoas e que pessoas! Já conheci praticamente todas nacionalidades possíveis, e desmistifiquei muitos preconceitos que eu tinha de certas nacionalidades, exatamente por não as conhecer pontualmente. Nada melhor que sentar num bar e falar em qualquer língua decifrável histórias na companhia de novos amigos e uma boa cerveja. Aliás, selfies já eram manjados por mim antes mesmo da moda surgir, afinal de contas cansava pedir a todo momento para tirarem uma foto sua. Mas a frase “você poderia tirar uma foto, por favor” eu devo saber em uns 50 idiomas.Recordo singularmente de todos gringos que conheci e de cada momento de risada que eles me proporcionaram, porque aquilo não foi planejado, foi simplesmente o inesperado! Aprender com um alemão que na ponte ao lado do East Side Galery há um jogo luminoso de pedra, papel e tesoura; com um americano em Lima que um dos melhores restaurantes de ceviche se chama (por uma piada local) de Mamilos; receber convite de um espanhol vestido de escocês em meio a Edinburgh (após uma foto curiosa com o traje) para uma festa de gala – se o Sr. não tivesse a idade do meu pai eu teria aceito; e ter um papo longo e interessante com dois prostitutos holandeses, com direito a várias histórias.Se você é brasileiro e convive com a violência local, pode ter certeza nenhum lugar turístico no mundo vai te surpreender em questões de insegurança. Pelo contrário, vivemos num dos países mais violentos do mundo, ou seja, já estamos malhados, e com orientações não sofremos riscos nenhum. Lugares turísticos possuem muita movimentação e Machu Picchu, por exemplo, surpreendeu-me, bem como Lima. É só saber por onde andar e se cuidar.

“Pare de se sentir vítima porque ninguém quer viajar com você”

Nunca deixe de realizar um desejo pessoal por falta de companhia, às vezes convencer uma pessoa que não está tão interessado quanto você no roteiro pode prejudicar sua viagem.

“Pare de se preocupar com o que os outros vão pensar de você”

Quem pensa na felicidade alheia, não dá atenção a sua. Pouco importa o que os outros pensam, basta satisfazer a você próprio.

“Tem mais gente viajando sozinho do que você imagina. Além disso, os que ficam e criticam, geralmente têm inveja da sua coragem.”

“Você não precisa ir para lugares desertos

Como será a sua primeira vez viajando sozinho, você não precisa escolher lugares difíceis. Comece pelo óbvio, lugares com grande número de turistas, de fácil acesso, onde se sinta mais confortável com o idioma. Depois que você aprender como se sente numa viagem dessas e como se organizar, pode começar a explorar lugares mais complicados.”

Exato, é como um vício e você se acostuma, daqui a pouco seus amigos vão te tirar para guia turístico! E as companhias aparecem conforme você se mostra autoconfiante.

“Se organize e faça um bom planejamento para se sentir mais seguro”

Tenha mapas, reservas, saiba as conversões, lugares que se pode circular, informe-se sobre bons restaurantes…Eu sempre tenho comigo os livros do viajante independente, as dicas são ótimas e resolvem sempre qualquer galho!

“Se você deixar de viajar porque não tem companhia, vai acabar gastando seu dinheiro em coisas que não valem a pena”

Cada um tem sua futilidade é certo, mas não dê ouvidos àqueles que criticam suas escolhas! Achar que ter o carro do ano é mais importante que uma bagagem cultural fica para seus amigos, não para você!

“O que acontece depois que você supera esse medo”

Você quer sempre mais! E como disse, se torna uma rotina, você se torna autoconfiante e começa a passar uma imagem de Expert turístico para seus amigos, daí conforme o tempo, eles é que se autoconvidam para seus programas de índio!

 

Portanto, viajar sozinho eh dar-se oportunidade de conhecer mais e mais pessoas, que às vezes acompanhado você se fecha! Curta, aproveite, não desperdice! Pois minhas melhores viagens foram sozinhas. E sabe aquela frase? O que se faz na viagem fica na viagem? Pois é! Uma bagagem que só você guarda!

Escandinávia + Hamburg (Trecho 1)

Escandinávia + Hamburg (Trecho 1)

A Escandinávia é uma região geográfica e histórica do norte da Europa e que abrange, no sentido mais estrito, a Dinamarca, a Suécia e a Noruega.

No roteiro da Escandinávia (ou Skåne), deverei dividir por trechos de destino, em razão de ter espaço suficiente para explicar como se deslocar de uma cidade para a outra. Então, nessa primeira publicação irei citar a saída de Hamburg na Alemanha com a travessia do mar báltico e a cidade de Copenhagen (ou Kobenhaven).

Hamburg é a segunda maior cidade alemã, com um dos maiores portos do mundo. Hamburg tem importantes exemplos de arquitetura em prédios de variados estilos. Há apenas uns poucos arranha-céus, Igrejas como a de São Nicolau, o mais alto edifício do século XIX, e outros importantes marcos como o órgão com maior tubaria tocado por Bach e o edifício Chilehaus, de 1922 tem a forma de um navio transatlântico. A prefeitura é um edifício neo-renascentista ricamente decorado e concluído em 1896. Com sua torre de 112 metros de altura, é o mais alto edifício-sede de prefeitura da Europa.

Os muitos canais de Hamburgo são cruzados por mais de 2500 pontes, mais do que Amsterdam e Veneza somadas. Hamburgo tem mais pontes em seu perímetro urbano que qualquer outra cidade no mundo. Durante a Segunda Guerra Mundial, Hamburgo sofreu uma série de bombardeios devastadores, ainda se consegue ver os escombros de alguns monumentos atingidos, como a igreja São Nicolau já citada.

Canais de Hamburg

Canais de Hamburg

Para os mochileiros na Europa recomendo o free walking tour, que é oferecido tanto em Hamburg quanto em Kobenhaven, e se chama NewEurope, encontrado no site http://www.neweuropetours.eu/ . Não incluído no tour principal, também recomendo uma visita na região de St. Pauli ou Zona Vermelha. Chega-se com o Metrô U3 (St. Pauli) ou S1 e S3 (Reeperbahn). Apresenta o melhor e o pior da putaria européia, para alemães e turistas, com shows, cabarés, salas de cinema e vídeo, tudo para homens, mulheres, gays, sados e todas as perversões possíveis.

De Hamburg para Kobenhaven recomendo o deslocamento por ônibus Eurolines, com acesso livre todo trajeto ao wifi, é mais barato que o trem e possui praticamente a mesma duração de viagem. Isso em razão de ambos ficarem a bordo na travessia do mar báltico, aproveite esse tempo para ver os dutyfree no barco.

Prepare-se! Pois a partir de agora você estará entrando na Dinamarca (DK), um dos países mais caros da Europa, junto com os restantes países escandinavos. Faça a conversão para coroas dinamarquesas e boa sorte.

Pequena Sereia

Pequena Sereia

Você desembarcará próximo a estação central,

Kobenhavn, havn = porto e Koben = trocas, sendo então o porto das trocas. Originalmente o primeiro porto comercial movimentado da cidade foi Nyhavn, onde navios de todo o mundo atracavam. A área era cheia de marinheiros, senhoras de prazer, pubs e cervejarias. Hoje as belas casas pertencentes do antigo porto foram renovadas em restaurantes elegantes, que mantém atualmente uma atmosfera relaxada pelo canal com jazz e boa comida. Muitas das casas que revestem os cais de Nyhavn foram as casas de artistas proeminentes . como Hans Christian Andersen antigo morador de Nyhavn 9, a mais antiga casa na região que remonta a 1681.

Toda área central de Copenhagen é facilmente circulada por vias pedonais, a partir da estação central, a frente se encontra o parque e jardins Tivoli. Seguindo pela via Vesterbrogade chega-se à praça da prefeitura Radhuspladsen, dali já pode se ver a via pedonal Frederiksberggade conhecida como Stroget no seu conjunto (uma via de aproximadamente 1km), entra-se na malha de pedestres, a partir dali é possível conhecer todo o centro e principais pontos da cidade, comércio, pubs, artistas de rua, etc. Para quem não sabe o Lego é original de DK, e nessa mesma rua se encontra a loja oficial, não dá para perder. Por essa malha se chega até Nyhavn caminhando, e de lá se consegue observar a Opera House. Na ponta de Nyhavn existe um ponto de ônibus marítimo (pode ser pago com ticket de transporte público), que te leva até a opera (possível desembarque), passa por trás da pequena sereia, e também ao lado do palácio real.

Opera House

Opera House

Falando em pequena sereia, Hans Christian Andersen foi o autor do livro e personagem. O monumento se encontra no Langelinje Pier, até lá é uma pernadinha, por isso aconselho pegar o metro ate Osterport. Em 23 de agosto de 2013 ela completou 100 anos e foi um presente da cervejaria dinamarquesa Carl Jacobsen para a cidade. A escultura é feita de bronze e granito. A pequena sereia foi várias vezes já vítima de vandalismo. Duas vezes ela perdeu a cabeça, uma vez o braço foi serrado, e outras tantas ela teve de tinta derramada sobre ela.

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Falando em cervejaria a Carl Jacobsen é outro ponto para se conhecer na cidade, também fica um pouco afastada , mas aos cervejeiros de plantão, o tíquete da direito também a pints da cerveja Carlsberg e Tuborg. Caso você vá de metro, cuidado com os tíquetes de zona.

Se você gosta de parques de diversão, jardins e shows, Tivoli também é uma boa pedida, mas você deve reservar um dia inteiro para ele, ahh e só funciona em estações quentes. Na primavera os jardins são recheados de tulipas e o parque possui um personagem inusitado que passeia livremente por ele, um pavão.

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O que realmente você não deve perder é o bairro de Christiania, também reserve um dia para ele. Foi criado em 1971 por um grupo de hippies que ocuparam alguns quartéis abandonados no local e desenvolveram seu próprio conjunto de regras da sociedade, completamente independente do governo dinamarquês. Christiania existia sob condições especiais por 40 anos com constantes conflitos e confrontos com o Estado dinamarquês. Depois de muitos anos de incerteza, um acordo foi celebrado em 2011, o que significou a Fundação Cidade Livre de Christiania.

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Freetown Christiania é uma mistura caseira de casas, oficinas, galerias de arte, salas de música, restaurantes baratos e orgânicos, e bela natureza. Ele ainda é uma sociedade dentro da sociedade, um exemplo é que você não pode comprar uma casa em Christiania . Você tem que se candidatar para ele, e se for bem sucedido, ele é dado a você. A área é aberta ao público. Para sua própria segurança, os visitantes são aconselhados a não fotografar nem filmar nada em Christiania , especialmente na área e em torno de Pusher Street, principalmente devido ao tráfico de drogas, que é ilegal, mas é comercializada na região, fora isso o consumo é normal. Na entrada você encontrará placas indicando “o que fazer e não fazer ” na área. Aconselha-se a tomar a sério e seguir tudo para sua própria segurança. Com ônibus do centro ou o metro se chega facilmente a região, fora as ciclovias, que são praticamente o melhor meio de deslocamento na cidade.

Contagem em vermelho de quantas bicicletas passaram em um dia, e em azul em um ano.

Contagem em vermelho de quantas bicicletas passaram em um dia, e em azul em um ano.

Há também dentro de Christiania a igreja Vor Frelsers, que possui uma visita com vista panorâmica da cidade. Uma das melhores. Se estiver passando por ali, suba com certeza! E se ainda tiver um tempo e $, passeie pelos canais de Christiania e dos canais centrais.

Canais de Copenhagen

Canais de Copenhagen

Sobre os passeios de barcos existe o modo barato Harbour Bus, um tranporte público deles, barco amarelo, sai da ponta de Nyhavn e tem como custo um bilhete de ônibus deles, a diferença é que não passa dentro dos canais. E o turístico, azul, que sai do porto de Nyhavn, de 30 em 30 min com guia, você terá inclusive uma vista incrível do Black Diamond (biblioteca real).

Barco público

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Barco privado

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Quem possuir outras dúvidas a respeito de como se deslocar para fora da cidade em visitas a castelos e palácios como: Frederiksborg Palace, Kronborg Castle, não se preocupem em questionar, pois procurarei responder o que sei, pois também conheci esses lugares.

E falando em palácio, encerramos com o palácio real e a catedral de mármore, assim chamada. Recomendo que realizem a visita ao meio-dia, pois neste horário há a troca de guardas com um desfile e banda. Após faça a visita àcatedral que é toda esculpida em mármore branco.  Se você olhar em direção contrária verá alinhado a Opera House construída propositalmente para agradar a rainha.

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Sobre deslocamento preste sempre atenção nos bilhetes de zona, se você sair da zona central deverá pagar um bilhete mais caro, eles o chamam de “klips”, e são caros. Pois a cada passagem um carimbo é feito (ou clip). Compre um klip de zona 2 que te da direito a 8 carimbos, e caso você saia do centro, faça dois clips (que significaria andar até a zona 4). Você raramente verá alguém controlando, pois o respeito é enorme, mas caso alguém lhe peça (sim eles existem) o rombo no bolso é grande. E sim duas pessoas podem usar o mesmo klip, basta carimbar pelas duas.

Sobre alimentação, é caro e ruim, ao menos que você goste muito de frutos do mar e curry. Se você não se importa em gastar e comer bem, aconselho comer em Nyhavn. Eu acabava comendo kebab, restaurantes chineses e gostava de um negocio chamado Joe and the Juice  com sucos e sanduíches naturais.

Qualquer duvida extra sobre a Dinamarca, visite o site http://www.visitcopenhagen.com/

Nosso próximo destino é a travessia do Oresund Bridge, que significa ponte do mar do leste da Suécia, destino para Malmo e Estocolmo locados claro na Suécia! Momento de trocar novamente as moedas para coroas suecas (com uma cotação melhorzinha)!