Visitando Bonito/MS

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Bonito é um destino que agrada gregos e troianos, sua beleza da mais selvagem, aventureira e familiar tem doses para todas as idades. Tem passeio para todo mundo. Outra coisa que impressiona é a quantidade de estrangeiro, aliás mais estrangeiro do que brasileiro. Conversando com um local este me citou que muitos vêm por Corumbá após visita pelo Peru e Bolívia. Também me explicaram que o mapeamento da área foi feito por um francês e por isso a fama difundida na Europa e a quantidade absurda de franceses pelas ruas.

Bom eu voei até Campo Grande pela Gol, no retorno utilizei o único voo sem mudança de aeronave até Porto Alegre, “apenas” com duas escalas, uma em Maringá e outra em Curitiba, o que evitou transtorno com conexões, mas confesso que foi talvez mais cansativo que da ida onde fui com conexão por SP.
Se você tiver mais sorte há também voos pela Azul até Bonito quartas e domingos. O que evita um transfer de 4 horas entre as mesmas cidades. Digo sorte pois os preços não são tão camaradas então é bom ficar de olho para encontrar algo viável. O transfer via Campo Grande também tem um custo de R$ 100,00 por trecho, portanto compute esse valor. Ainda mais econômico que o transfer é um ônibus semi-direto de apenas 6h!

Chegando em bonito eu fiquei no Bonito HI Hostel, muito bom mas com um porém, a distância. Fica uns 25 min a pé do centro – 15 quadras, sendo que há ainda outros dois hostels e diversas pousadas bem mais centrais. Mas honestamente conheci muitas pessoas por lá, e não tive do que reclamar. Uma francesa que conhecemos ficou no Papaya, 4 quadras do centro, o elogiou também. Há ainda o Ecological hostel umas 7 quadras do centro. Importante isso pois tudo é a pé dentro da cidade.

As reservas eu fechei com a Bonitour, excelente empresa aparentemente a mais forte da cidade, super organizada e totalmente pontual, até demais! Nosso motorista Junior era uma pessoa excelente, brincalhão e dizíamos que estávamos no Safari ecológico pois qualquer animal que ele avistava nos mostrava da van: tatu, tamanduá, seriema, etc. Inclusive como eles, os locais, já até sabem onde os animais estarão, comentava que já tinha até respondido o WhatsApp para o tamanduá nos encontrar. Acostume-se os locais são muito brincalhões, tudo é piada, crie o filtro e não saia acreditando a toa, porém se divirta.
A escolha da empresa é talvez gosto, pois os preços dos passeios são todos tabelados, não haverá mudanças, o máximo para se negociar é no transporte. Através desse link você pode consultar os preços da baixa temporada que está terminando agora dia 9 de julho.

https://bonitour.com.br/

Vou dizer que não errei em ir em junho, talvez tenha sido sorte, mas apesar dos preços mais baixos, os hotéis mais acessíveis, peguei ótimos dias e qualquer problema que eu havia, para trocar de passeios era tranquilo em encontrar vagas em outros horários. Sim a Bonitour cansou de modificar a minha agenda, todo dia a Raissa tinha alguma ideia genial! Todos já me conheciam: Duracell.
Ocorreu pois eu desconhecia alguns passeios por exemplo da Lagoa Misteriosa, esta que é aberta para visitação somente no inverno, uma vez que algas crescem no período do verão. Uma colega de tour me comentou e disse: vá sem falta! E lá fui eu.

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O interessante é escolher um tour de cada tipo. Um de trilhas e cachoeiras, um de flutuação, um de boia ou arvorismo, etc. Caso goste repita, mas as opções são milhares!

A minha lista foi:

– Boca da onça trilhas e cachoeiras com rapel.
– Abismo anhumas, rapel e flutuação
– Rio da prata com flutuação
– Mergulho na lagoa misteriosa
– Pantanal – Fazenda San Francisco
– Observação da lagoa da gruta azul
– Passeio de bote

Consegui fazer um pouco de cada, e ver as diversas fazendas. Ainda muito elogiado é a flutuação no rio sucuri, trilha e cachoeiras da lagoa mimosa e o buraco das araras.
A maioria dos passeios são em propriedade privada, e algumas pertencem ao mesmo dono como rio da prata, lagoa misteriosa, buraco das araras e estância mimosa.
Alguns têm grau de dificuldade alto, como o abismo anhumas mas se você acha que consegue e por algum acaso algo lhe ocorra, não se preocupe, eles te rebocam rapel acima.
Então iniciei com a observação da gruta lago azul, uma das únicas áreas pertencentes ao município, lá você terá uma verdadeira aula de geologia, mas bastante interessante. A tarde fui no passeio de bote, bastante tranquilo, o interessante que como era inverno as sucuris estavam penduradas nos galhos das árvores, vimos 3. Uma filmei e está no vídeo a seguir.

No segundo dia fui até a boca da onça, tem esse nome pois na cachoeira, maior do estado do MS, está desenhada a face de uma onça, de boca aberta. Você pode fazer o rapel em conjunto, caso queira decidir na hora, pode se comprar lá mesmo. Senão, sem rapel, o custo do passeio se reduz consideravelmente.
Eu fiz, é legal, mas a desvantagem é que você precisa fazer em conjunto com alguém, se estas sozinho irá com um desconhecido, que talvez atrapalhe um pouco sua visão. O rapel pode ser observado no video a seguir.


Há diversas paradas para banho durante a trilha, primeiro na própria cachoeira da boca da onça, ponto de água mais gelada, depois em uma mini praia de cascalhos, seguindo outras diversas cascatas. Ponto alto para o buraco do macaco e poço da lontra. Ambas com passagens subterrâneas para cavernas. É uma surpresa, mergulhe.

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Para o terceiro dia eu tive abismo anhumas, esse é um dos carros chefes de bonito, meu irmão que visitou há mais dez anos atrás já havia feito esse passeio, quando bonito ainda não era essa Bonito. Você desce inicialmente um rapel de 73m, em uns 5 minutos você estará lá embaixo. Uma caverna com muitas formações geológicas, novamente estalactites e estalagmites, as pirâmides, cortinas entre outras formações que serão explicadas em um breve passeio de bote. Não há vida animal lá embaixo, porém encontram-se ossadas de animais que caíram. Após o bote, prepara-se para o mergulho. Se você possui curso de mergulho pode fazer o cilindro, mas não vejo vantagem, é bastante caro, um ambiente escuro e novamente sem vida animal. Eu fiz a flutuação que já lhe dá visão completa da gruta. Bom após toda visita devemos subir o rapel de volta, na realidade para mim esse foi o ponto alto do passeio. Sim, o esforço físico será o maior que irá realizar em todos os passeios. A subida dos 73m dura em média de 20 a 30 minutos. É uma sequência de legpress continua o que exige bastante da força abdominal. Cansa. Mas parece que por ser mais lento você curte mais o visual, presta mais atenção em detalhes e inclusive no reflexo da coloração do lago.

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Para o quarto dia tivemos flutuação do Rio da Prata e mergulho com cilindro na Lagoa Misteriosa, ambos ficam dentro da mesma fazenda, bem como o Buraco das Araras, portanto é fácil combinar esses passeios no mesmo dia.
Sobre o Rio da Prata, bom: espetacular. Flutuação naquela água cristalina com temperatura de 25 graus. Vi dois cardumes sendo um de pacu e outro de curimba. Fora isso você verá muitas piraputangas, dourados, piau das três pintas, lambaris, etc.

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Pela tarde mergulhei na Lagoa Misteriosa, misteriosa pois até hoje se desconhece a profundidade dela. Um mergulhador entrou na gruta e chegou ao máximo de 220m de profundidade.
Bom e lá vamos nós naquele azul profundo, de novo sob o mesmo efeito do magnésio e cálcio que precipitam a matéria orgânica e mantém a água cristalina. Além o espectro azul ser a onda curta primeira a ser refletiva pelas moléculas de água. No fim, a sensação é que ao flutuar você esteja voado se observares de dentro da lagoa.
Por lá verás também o peixe muçum que parece ser uma cobra.

Confira no video.


Ao fim encerrei com um último passeio pelo pantanal sul-mato-grossense. Apesar de ser 2 horas longe de Bonito, as atividades fogem do padrão e são bastante divertidas. Pela manhã há um passeio para registro fotográfico dos animais. Gaviões (belo, fumaça, carijó), garças, tuiuiús, soco-boi, curicaca, tucanos, araras, sucuri, cervo do pantanal, capivaras, jacarés e ainda tivemos a sorte de ver uma ave rara a garça azul, coitada sendo perseguida por um gavião. Resumindo, um currículo enorme de animais. E sem cansar a tarde ainda vimos uma família de ariranhas. Pois bem, à tarde o passeio foi em uma chalana no rio Miranda. Lá realizamos a pesca de piranhas, acredite eu consegui pesca, com uma vara artesanal, e após perder uns vários peixes consegui fisgar a piranha. Essa com outras pescadas por nós, realizamos uma atividade para atrair outros animais, como o Gavião belo que comeu duas, uma garça é um jacaré. Realmente bastante interessante, uma vez que a garça nos circulava há horas já sabendo do seu prêmio.

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No video a seguir, a brincadeira do jacaré com a piranha.

Fora isso fomos também na fábrica de cachaça Taboa experimentar os 20 tipos de cachaça da marca. Mas, sem dúvida a melhor é o tradicional que pode ser encontrada também no bar na avenida principal, onde ao som de uma musica ao vivo ha janta e petiscos. O interessante da fábrica foi ver o artesanato por eles produzidos, mas a um custo de visita de R$ 35,00.

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Eles te darão um pedaço de argila para fazer sua própria arte e então pendurá-la na parede como marca da sua visita, no bar as pessoas assinam por tudo ao invés, na parede,  nas cadeiras inclusive, no chão.

Nossa marca:

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Outro restaurante recomendável é a Casa do João, eleito o melhor do centro-oeste, com comidas típicas também oferece cerveja artesanal de mandioca.
O que dizer, sai de Bonito totalmente satisfeita.

O que faltou fazer? Bom, faltou eu tomar a tal de Tubaína que me prometeram no Abismo rsrs, fica para próxima visita ao Mato Grosso do Sul ou por onde existir…

Bom não poupe energia por lá, é compensador. Se abra para conhecer as pessoas, a oportunidade é fácil e fiz amizades maravilhosas.

Bonito é beleza, é Brasil.

Cascata Boca da Onça

Cascata Boca da Onça

Deseja ver mais fotos? Acesse esse link

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Foz do Iguaçu para todas as idades

Foz do Iguaçu para todas as idades e diferentes aventuras – inclusive com salto de paraquedas.

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Fazia tempo que eu estava procurando ir para Foz, até que após consultar repetitivamente o site da Azul (www.voeazul.com.br) consegui um voo promocional direto. Nem eu estava acreditando no preço, então eu entendi vendo a aeronave! Rsrsrs era de hélices. A viagem que duraria 1h, levou 1h40, mas pergunte, eu gostei da experiência!

Ao chegar no aeroporto notamos ônibus de linha que vão até o centro, linha 120, custa aproximadamente R$3, e é só perguntar se vai ao terminal central, do contrário você pode pegar um táxi que custa R$50.

É bom localizar um hotel/hostel próximo ao terminal transporte urbano (TTU), em razão de poder ir aos lugares turísticos com ônibus e evitar gastos com transfers e taxi.

Para o parque do Iguaçu utilize a linha 120 (a mesma do aeroporto), e para Itaipu 101/102. Caso você queira ir ao Paraguai contrate uma operadora, pois até lá é bom ir com alguém que conheça, mas caso você queira comprar produtos originais vale mais a pena ir para o Duty Free Argentina, em razão de ser bem mais organizado, limpo e seguro. Consulte seu hotel, pois a maioria leva até lá e os preços são os mesmos (dos originais). Senão também há ônibus argentinos que lhe deixam na fronteira.

Para consultar as linhas:

http://www.pmfi.pr.gov.br/conteudo/?idMenu=570

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O parque é a experiência do contato com a natureza. Os bichinhos se exibem para as fotos, principalmente os quatis. Encontramos um lagarto saindo da hibernação e quando começamos a tirar fotos com ele, o quati ficou com ciúmes acredita?

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Se você gosta mais de trilha e passeios (não tradicionais), existe a trilha do poço preto. Eu realizei, e a mesma possui 9km de caminhadas (também modalidade de bicicleta ou 4×4), em meio a floresta com contato a animais exóticos como cobras (vimos uma coral), tamanduás-bandeira e (com sorte) onças pintadas, além de muitos pássaros (uma só cantoria)! no fim se passa pelo recanto das borboletas, centenas delas voando!

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Ahhh e minha tia realizou a trilha comigo! Ela não pagou praticamente nada pela entrada no parque, em função do bilhete para a 3a idade. Espero chegar ate la!

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Após a caminhada se realiza um passeio no Alto Iguaçu e o barco nos leva até o poço preto: formações de falhas rochosas dentro do rio. No Alto Iguaçu conseguimos ver jacarés. Também passamos pelo salto, que são umas rochas que provocam uma mudança no regime fluvial gerando ondas e forte turbulência.

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Mais a jusante também se pode realizar canoagem (ducking).

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Eu como uma singular engenheira (sim sou engenheira), não pude deixar de visitar a barragem de Itaipu.

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Mas o ponto chave de Foz foi o salto de paraquedas! As operadoras tem informações caso você possua interesse, eles lhe levam até o local, chama-se SkyDiveFoz e a partir do voo consegue-se ver tanto as cataratas, quanto Itaipu e a tríplice fronteira, sensacional. O pulo todo você é praticamente sobre a barragem de Itaipu com visual imperdível, eu acabei marcando no ultimo horário do dia e consegui pegar o por do sol do salto. Em razão de tráfego aéreo acabamos abortando o primeiro voo, então acabei ganhando um voo aéreo de graça rsrsrs, confira o vídeo no link:

http://youtu.be/UkdotdAlj58

Passe para o minuto 4, onde a visão se torna mais interessante e você pula o bla bla bla, e para o salto a partir do minuto 6.

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Realizei todos esses passeios em dois dias, claro que se você desejar ir a outros lugares como recanto dos pássaros, ou lado argentino necessitará de um pouco mais de tempo.

Gostou? Confira mais fotos em

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.337958073057512.1073741833.328355864017733&type=3&uploaded=1

Ferrovia do Trigo EF-491 Rio Grande do Sul

Bom dia aventureiros!

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A Ferrovia do Trigo foi inaugurada em 1978 pelo presidente Ernesto Geisel, e tinha uma linha regular de trem de passageiros entre Passo Fundo e Porto Alegre. A viagem era uma atração turística, pois o trem furava montanhas e saltava vales e canhadas da estrada de ferro, que possui 26 pontes e viadutos e 34 túneis. Desses, 21 estão entre Guaporé e Muçum – sendo que, neste trecho, está o Número 13, também conhecido como Viaduto do Exército. Com 509 metros de comprimento e 143 metros de altura, sendo o maior viaduto ferroviário da América Latina, e um dos mais altos do mundo.

Em janeiro desse ano (2014), realizei na companhia de uma amiga a travessia da ferrovia entre Guaporé (km61) e Muçum (km13), 48 km de distância de caminhada pelos trilhos, uma vez que o trem de passageiros foi desativado nos anos 80. Hoje em dia apenas circula trens de carga, a responsável pela via é a concessionária ALL. Legalmente é proibido circular pelos trilhos, mesmo assim pelo trajeto encontramos outros trilheiros em sentido contrário, bem como banhistas pelas cachoeiras e rapeleiros nas pontes. Talvez tenha se tornado um santuário para os apaixonados por aventura. E sim, encontramos um trem pelo caminho (ou ele nos encontrou)!

Nós partimos cedo de Porto Alegre em direção à Muçum e lá estacionamos o carro em frente à rodoviária localizada na praça central ao lado da igreja matriz. Compramos o bilhete na hora e pegamos o ônibus Expresso Azul às 8h30 em direção a Guaporé com duração de aproximadamente 30min. Pedimos ao motorista para descer próximo à BR, pois a mesma é paralela a via férrea e de lá já avistávamos os trilhos.

Quando você se insere na faixa de domínio percebe o descaso pela manutenção, as antigas estações estão depredadas ou invadidas. O único sinal de sobrevivência que encontramos pelo caminho foi no km 22, aproximadamente metade do caminho, o camping Recanto da Ferrovia, comandada pelo Clair. Uma ótima pessoa que te recebe super bem! Ele vive no local e graças a ele a ferrovia ainda tem vida. Foi lá que dormimos, na época ele tinha apenas duas camas, ele possui espaço para quem acampa e atualmente ele vem construindo e ampliando o camping. Sob o domínio das terras dele foi construído o viaduto pesseguinho. Achei super engraçado (ou desgraçado), ele contar que o viaduto é dele, uma vez que a desapropriação nunca foi feita! Pelo menos hoje em dia ele consegue ter um retorno, ao menos turístico, com a existência dos trilhos. No camping também tem uma cachoeira (mini praia) em meio à floresta que dá para curtir e relaxar no fim do primeiro dia de trilha. Aproveite que o Clair tem água para vender e se reabasteça BEM, pois depois disso vai ser complicado encontrar água inclusive não potável.

Existem outras duas cachoeiras para aproveitar para um banho entre os trilhos, a primeira: véu da noiva, e a segunda: garganta do diabo, que é uma passagem de drenagem por baixo do aterro (observar os mapas). Ambas cachoeiras são facilmente localizadas pelo barulho da água, mas estão localizadas no primeiro trecho da trilha, antes do pesseguinho. O primeiro trecho é mais denotado por túneis, era o que salvava a gente do calor, pois o frescor nos aliviava dos 40ºC do verão da serra. E um dos pontos ápices o viaduto Mula-Preta, o primeiro viaduto sem fundo (sem assentamento dos dormentes), com aproximadamente 100m de altura te dá arrepios, pois se vê totalmente o fundo quando o atravessa. Dica, olhe apenas para onde pisa, pois dá uma bela de uma tonteada quando começa a se observar o fundo!  É respirar fundo e curtir o vale. Já pelo segundo trecho se passa por outros dois viadutos sem fundo. Portanto, o mula-preta será apenas o aperitivo.

No segundo dia, encontramos o ápice da trilha. As janelas e o viaduto 13, do qual realizei o rapel negativo de 143m de altura. O restante da trilha se torna um pouco desgastante e é importante estar bem hidratado, esteja munido até o fim.

Nas figuras eu anexei os mapas que eu mesma criei, espero que ajude!

E recomendo a todos esse trajeto incrível que te surpreende a cada obra de arte, principalmente aos engenheiros como eu! Ahhh head-lamp é muito importante para os túneis que são longos, e procure entrar em contato com o Clair antes de ir!

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Uma singela homenagem ao meu pai que é original dessa região e torcedor dos Fortes Livres de Muçum.

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